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Em declarações à agência Lusa, referem que a mobilização dos trabalhadores deve acontecer contra o que diz ser "um assalto aos direitos" e uma "afronta à Constituição".
"Perante a gravidade dos conteúdos e a calendarização do Governo, com reuniões já marcadas para o próximo mês, a CGTP-IN considera fundamental avançar com o esclarecimento dos trabalhadores e com a realização de uma jornada de luta em setembro, marcando desde já a rejeição do pacote laboral e a mobilização e ação para o derrotar", anunciou esta sexta-feira o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira.
Numa conferência de imprensa, no Porto, o líder da central sindical apelou à convergência de todos "na luta pela rejeição do pacote laboral", que diz "assalta[r] os direitos dos trabalhadores" e "afronta[r] a Constituição da República Portuguesa".
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