“Deixou-nos muito preocupados alguns daqueles que foram os silêncios que se verificaram e, por isso mesmo, da nossa parte quereremos saber o que é que não correu bem efetivamente aqui em Vila Real para termos um incêndio que esteve 12 dias a lavrar precisamente naquilo que é o nosso coração”, afirmou Alexandre Favaios aos jornalistas.
Durante este período, o autarca fez vários apelos a um reforço de meios no terreno e disse também que estava na hora de ouvir a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e o Governo sobre o incêndio que estava consumir o concelho em “lume brando”.
Questionado sobre quem são os responsáveis a quem se dirige, Alexandre Favaios respondeu que “terão que ser os responsáveis máximos”.
“Terá que ser a ANEPC, terão que ser responsáveis políticos também, que nos possam, de alguma forma, dar uma palavra que nos permita explicar às pessoas que tiveram as suas casas, as suas vidas, as suas terras, a sua floresta, aquilo que é o seu próprio rendimento, de alguma forma colocado em causa durante tantos e tantos dias”, afirmou.
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