Sindicatos de professores e o Governo voltam a reunir-se esta segunda-feira para dar continuidade às negociações sobre a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), com o foco colocado nas regras de acesso à profissão e nos mecanismos de recrutamento e admissão.
No debate setorial com o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre destaca que as reformas em curso no setor servem para evitar falhas futuras.
A eventual retirada de José Saramago das aprendizagens essenciais do 12.º ano “nunca esteve em cima da mesa”. Segundo Carla Marques, da Associação de Professores de Português, a proposta em discussão pública prevê apenas maior flexibilidade na escolha de obras e autores, incluindo também Mário de Ca
O Ministério da Educação apresentou, esta quarta-feira, aos sindicatos as linhas gerais de uma proposta para alterar o paradigma da contratação de professores, substituindo as diferentes modalidades por um concurso externo contínuo ao longo do ano.
Um inquérito realizado pelo sindicato Fenprof revelou que cerca de 40% das ausências de curta duração de educadores e de 19,7% de professores de 1.° ciclo são os assistentes operacionais que ficam com as crianças nas salas.
A maioria dos agrupamentos de escolas tem este ano professores que aceitaram adiar a reforma, segundo um inquérito realizado pela Missão Escola Pública, que tem dúvidas sobre a eficácia da medida.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) entrega na quinta-feira um abaixo-assinado com milhares de assinaturas ao parlamento para exigir melhores condições de trabalho para os docentes do pré-escolar e 1.º ciclo, reivindicação antiga que continua sem resposta.
Governo grego avança com programa-piloto em 20 escolas, em parceria com a OpenAI, enquanto docentes e alunos manifestam receios sobre impacto da tecnologia.
O Ministério da Educação decidiu prolongar o concurso extraordinário para professores até às 23h59 de 21 de novembro, permitindo que mais candidatos possam concorrer às vagas disponíveis nas escolas com maior dificuldade em recrutar docentes.
À semelhança dos últimos anos, o arranque deste ano letivo é novamente marcado pela falta de professores. Segundo o ministro da Educação, em pelo menos 98% das escolas os alunos terão aulas a todas as disciplinas, mas existem ainda cerca de mil horários completos por preencher.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) alertou hoje para a situação de mais de 100 mil alunos nas escolas portuguesas, que se encontrem sem professores.
O Presidente da República anunciou esta quinta-feira a promulgação de um diploma do Governo para abrir um concurso extraordinário para a colocação de 1800 professores em zonas carenciadas, considerando-o “muito urgente” para o início do ano letivo.
"Depois de termos implementado nos territórios sinalizados com carência de professores a medida de apoio à deslocação, que beneficiou mais de 2800 docentes, estou em condições de anunciar aqui o seu alargamento a partir de 1 de setembro a todos os professores da escola pública", afirmou Luís Montene
O Ministério da Educação reviu as regras para a mobilidade estatutária de professores, que será reduzida em 35% no próximo ano letivo para que os docentes de disciplinas e zonas com maior carência regressem às escolas.
O Presidente da República promulgou hoje um diploma do Governo que atribui apoios aos professores nas Escolas Portuguesas no Estrangeiro (EPE), e outro que fixa o número de militares em formação para ingresso nos quadros permanentes das Forças Armadas.
O sindicato de professores SPLIU congratulou-se com a nova lei que consagra a agressão a professores como crime público, mas defendeu a revisão do estatuto do aluno, com agravamento de sanções por indisciplina reiterada e 'bullying' contra professores.
Os professores têm até às 18h00 de hoje para se candidatarem aos concursos de colocação para o próximo ano letivo, com 11 mil vagas disponíveis, número que os diretores escolares dizem ser insuficiente.
As instituições de ensino superior vão ter mais facilidade em promover os seus professores através de dois novos despachos que passam a permitir a progressão gestionária na carreira, prevista desde 2009 mas até agora sem enquadramento legal.
As instituições de ensino superior vão ter mais facilidade em promover os seus professores através de dois novos despachos que passam a permitir a progressão gestionária na carreira, prevista desde 2009 mas até agora sem enquadramento legal.
Nuno Crato, ex-ministro da Educação e Ciência, desconstrói o mito de que na política tudo é ideologia e explica como os interesses próprios passam à frente dos interesses do país. Mas recusa-se a desistir e acredita que o ensino público pode melhorar, o que passa por "aumentar a autonomia das escola
O Presidente da República promulgou hoje o diploma que estabelece o regime de mobilidade de docentes por motivo de doença, substituindo as regras aprovadas pelo anterior executivo e muito contestadas pelos professores.