A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) denunciou esta terça-feira que os classificadores dos exames nacionais do ensino secundário estão a ser pressionados para alterar o período de férias e pediu a intervenção da Inspeção-Geral da Educação e Ciência.
O Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) admitiu que algumas das classificações dos exames nacionais inicialmente enviadas às escolas na sexta-feira continham erros, devido a uma falha na exportação dos ficheiros. Segundo o instituto, a anomalia foi detetada e corrigida no próprio dia.
O ministro da Educação participa hoje no Parlamento num debate de urgência, requerido pelo PCP, sobre os problemas registados na classificação dos exames nacionais, no mesmo dia em que está prevista a divulgação das notas do ensino secundário, adiada para esta sexta-feira.
Milhares de alunos do ensino secundário aguardam hoje a divulgação das notas dos exames nacionais, cuja publicação das pautas depende da conclusão da classificação de todas as provas. O processo foi marcado por atrasos, problemas técnicos na classificação digital e falta de professores classificador
A Associação Portuguesa de Professores de Física e Química (APPFQ) afirmou que até às 17h desta quinta-feira havia professores desta disciplina que se disponibilizaram para classificar provas, mas ainda não tinham sido requisitados.
A um dia do fim do prazo para a classificação dos exames nacionais, professores continuam a reportar problemas na plataforma digital, apesar de indicarem que diminuiu o número de novas provas distribuídas para classificação.
A Fenprof vai apresentar uma queixa na Procuradoria-Geral da República para pedir a abertura de um inquérito ao processo de classificação eletrónica dos exames nacionais do ensino secundário. A federação aponta falhas na plataforma digital e pede o apuramento de responsabilidades.
Os professores que estão a corrigir exames nacionais vão receber horas extraordinárias como “reconhecimento pelo esforço extraordinário”, anunciou este sábado o PSD
A plataforma de classificação dos exames nacionais esteve esta sexta-feira em manutenção para corrigir falhas que têm afetado o processo de classificação das provas. Entre as atualizações previstas está a disponibilização das folhas de continuação em falta, cuja ausência impediu a classificação de r
Os docentes vinculados ao Ministério de Educação que frequentam mestrados em Ensino acumulam horário completo com estágio noutras escolas. Sindicato denuncia sobrecarga e pede valorização.
O ministro da Educação, Fernando Alexandre, defendeu que o novo sistema de colocação de professores, com um primeiro concurso de vinculação e um concurso contínuo ao longo do ano letivo, será mais simples e transparente do que o atual.
Milhares de professores manifestaram-se este sábado, em Lisboa, contra a revisão do Estatuto da Carreira Docente e a proposta do pacote laboral, numa iniciativa promovida pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que anunciou a adesão à greve geral marcada para junho.
Sindicatos de professores e o Governo voltam a reunir-se esta segunda-feira para dar continuidade às negociações sobre a revisão do Estatuto da Carreira Docente (ECD), com o foco colocado nas regras de acesso à profissão e nos mecanismos de recrutamento e admissão.
No debate setorial com o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre destaca que as reformas em curso no setor servem para evitar falhas futuras.
A eventual retirada de José Saramago das aprendizagens essenciais do 12.º ano “nunca esteve em cima da mesa”. Segundo Carla Marques, da Associação de Professores de Português, a proposta em discussão pública prevê apenas maior flexibilidade na escolha de obras e autores, incluindo também Mário de Ca
O Ministério da Educação apresentou, esta quarta-feira, aos sindicatos as linhas gerais de uma proposta para alterar o paradigma da contratação de professores, substituindo as diferentes modalidades por um concurso externo contínuo ao longo do ano.
Um inquérito realizado pelo sindicato Fenprof revelou que cerca de 40% das ausências de curta duração de educadores e de 19,7% de professores de 1.° ciclo são os assistentes operacionais que ficam com as crianças nas salas.
A maioria dos agrupamentos de escolas tem este ano professores que aceitaram adiar a reforma, segundo um inquérito realizado pela Missão Escola Pública, que tem dúvidas sobre a eficácia da medida.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) entrega na quinta-feira um abaixo-assinado com milhares de assinaturas ao parlamento para exigir melhores condições de trabalho para os docentes do pré-escolar e 1.º ciclo, reivindicação antiga que continua sem resposta.
Governo grego avança com programa-piloto em 20 escolas, em parceria com a OpenAI, enquanto docentes e alunos manifestam receios sobre impacto da tecnologia.
O Ministério da Educação decidiu prolongar o concurso extraordinário para professores até às 23h59 de 21 de novembro, permitindo que mais candidatos possam concorrer às vagas disponíveis nas escolas com maior dificuldade em recrutar docentes.