Os organizadores do Prémio Nobel da Paz esclareceram que a distinção “não pode ser revogada, partilhada ou transferida”, depois de a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, ter manifestado a intenção de entregar o prémio ao Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, foi agraciada com o Prémio Nobel da Paz, mas não pôde comparecer à cerimónia em Oslo. No seu lugar, a filha Ana Corina Sosa leu o discurso preparado pela mãe, transmitindo a mensagem de que a democracia exige vigilância e luta constante.
O anúncio do Prémio Nobel da Paz foi feito na manhã desta sexta-feira. A cerimónia de entrega do galardão a María Corina Machado vai acontecer daqui a um mês.
Netanyahu e Donald Trump anunciaram esta terça-feira a vontade de negociar com países para receberem os palestinianos, expulsos da Faixa de Gaza. Despir a Palestina permitirá ao presidente americano construir a Riviera com que sonhou.
O jornalista russo Dmitry Muratov, Prémio Nobel da Paz 2021, apelou hoje a uma troca de presos civis entre Rússia e Ucrânia, que concluíram no domingo a maior troca de prisioneiros, quase todos militares, desde o início da guerra.
O Comité Nobel Norueguês anunciou o Prémio Nobel da Paz, num contexto em que a guerra na Ucrânia vai entrar no terceiro ano e o Médio Oriente está envolvido num conflito com constantes níveis de escalada e vários intervenientes. Contudo, o galardão foi atribuído ao Japão, pelo exemplo de que as arma
A presidência de Bangladesh anunciou esta quarta-feira que o vencedor do Nobel da Paz Muhammad Yunus, criador de um sistema de microcréditos para a população pobre, vai liderar um governo interino no país, após a dissolução do Parlamento e da fuga da primeira-ministra Sheikh Hasina.
O Presidente do Bangladesh, Mohammed Shahabuddin, nomeou hoje o economista Muhammad Yunus, reconhecido em 2006 com o Prémio Nobel da Paz, líder do governo interino, após o nome ter sido proposto pelos líderes dos protestos antigovernamentais.
A Prémio Nobel da Paz Narges Mohammadi e 60 outras mulheres iranianas detidas no Irão iniciaram hoje uma greve de fome em protesto contra a execução de Mohamed Ghobadlou, enforcado por alegados crimes cometidos nas manifestações antigovernamentais de 2023.
A ativista iraniana Narges Mohammadi, presa no Irão, apelou hoje ao apoio internacional para pôr fim ao regime iraniano ao receber o Prémio Nobel da Paz na Câmara Municipal de Oslo através dos filhos.
A ativista iraniana Narges Mohammadi, atualmente detida no seu país, vai iniciar uma nova greve de fome no domingo, dia em que recebe o Prémio Nobel da Paz em Oslo, onde será representada pelos filhos, anunciou hoje a família.
A iraniana vencedora do Prémio Nobel da Paz deste ano, Narges Mohammadi, iniciou hoje uma greve de fome em protesto contra a falta de cuidados médicos nas prisões e o uso obrigatório do véu islâmico no país.
As autoridades prisionais iranianas bloquearam a transferência hospitalar urgente da laureada com o prémio Nobel da Paz de 2023, Narges Mohammadi, por se recusar a cobrir a cabeça, informou a sua família.
O Presidente norte-americano, Joe Biden, instou hoje Teerão a libertar “imediatamente” a ativista iraniana Narges Mohammadi, distinguida com o Prémio Nobel da Paz e que se encontra presa no Irão.
Portugal congratulou-se hoje pela escolha da ativista iraniana Narges Mohammadi como Prémio Nobel da Paz 2023, referindo que o seu trabalho simboliza o esforço de muitos pelos direitos humanos e pela defesa das mulheres.
O Comité do Nobel decidiu atribuir o Prémio Nobel da Paz a Narges Mohammadi, pela sua luta contra a opressão das mulheres no Irão e por promover a defesa dos direitos e das liberdades humanas.
O Prémio Nobel da Paz Ales Bialiatski foi transferido para uma prisão notoriamente brutal na Bielorrússia e não é visto há um mês, revelou hoje a esposa.
É este o ponto de partida de “Como fazer frente a um ditador: a luta pelo nosso futuro”, o livro que Maria Ressa lançou no final de 2022, e cuja edição portuguesa foi publicada pela Ideias de Ler, da Porto Editora.
As Nações Unidas exigiram hoje às autoridades da Bielorrússia a retirada das acusações contra o ativista e prémio Nobel da Paz Ales Bialiatski, um dia após a abertura do julgamento deste por alegado contrabando.
O julgamento do ativista pela democracia bielorrusso Ales Bialiatski, co-vencedor do Prémio Nobel da Paz 2022, começou hoje em Minsk, anunciou o Centro Viasna, por ele fundado, o principal grupo de direitos humanos da Bielorrússia.