O uso de medicamentos compostos por GLP-1, uma imitação de uma hormona natural que regula o açúcar no sangue e ajuda a controlar o apetite, quadruplicou nos Estados Unidos da América (EUA) nos últimos dois anos. O consumo elevado dos medicamentos está a ter impactos na taxa de obesidade do país, que
A autoridade reguladora do medicamento na Índia aprovou o Wegovy (semaglutido 2,4 mg), da farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, para o tratamento da esteato-hepatite associada à disfunção metabólica (MASH), uma forma grave de doença hepática gordurosa.
A Comissão Europeia aprovou a comercialização do Wegovy em comprimido (semaglutida oral 25 mg, toma diária), tornando-o no primeiro agonista do recetor GLP-1 em formato oral autorizado para o controlo do peso em todos os Estados-Membros da UE.
Um estudo publicado na revista JAMA Psychiatry alerta que medicamentos populares para perda de peso, como os agonistas do recetor GLP-1, estão a ser usados, e em alguns casos abusivamente, por pessoas que sofrem de perturbações do comportamento alimentar, levantando preocupações clínicas e de saúde
A chegada de versões genéricas dos medicamentos agonistas do recetor GLP-1 poderá aumentar significativamente o acesso aos tratamentos para a obesidade e a diabetes tipo 2 no Brasil, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa e Estudos para o Consumo (IFEPEC), da Federação Brasileira das Redes Assoc
A empresa farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk vai pedir uma autorização para vender o Wegovy, a injeção para perder peso agora tem em formato oral, na China. Esta é uma tentativa para alcançar a concorrente americana Eli Lilly, que já está autorizada a comercializar no mercado chinês.
Os medicamentos da classe dos agonistas do GLP-1, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, estão a ser alvo de um interesse científico crescente para além do tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Investigadores estão a explorar potenciais benefícios em várias áreas da medicina, incluindo doenças car
Globalmente, mais de mil milhões de pessoas vivem com obesidade, e a prevalência continua a aumentar em quase todos os países. Em 2021, estima-se que a obesidade tenha contribuído para 3,7 milhões de mortes relacionadas com doenças não transmissíveis.