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O investimento totaliza 7,6 milhões de euros, dos quais 7,4 milhões serão financiados através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do Programa Nacional de Alojamento para o Ensino Superior (PNAES). A obra deverá arrancar no último trimestre de 2025, com conclusão prevista para junho de 2026.
Com esta nova infraestrutura, a NOVA FCT dá início à primeira de duas novas residências universitárias previstas para o campus. A par da remodelação da atual Residência Fraústo da Silva, que reabrirá em setembro de 2025 com equipamentos mais modernos, funcionais e sustentáveis, a faculdade contará com 614 camas até ao final de 2026.
Para 2027, está ainda planeada a construção de uma residência privada no mesmo campus, que acrescentará mais 280 camas, elevando a capacidade total de alojamento para cerca de 900 camas.
“A construção das novas residências vai permitir oferecer melhores condições de alojamento aos nossos estudantes, muitos deles deslocados, eliminando uma das principais barreiras no acesso ao Ensino Superior: a habitação condigna e acessível”, sublinhou o Diretor da NOVA FCT, José Júlio Alferes, em comunicado.
O responsável destacou ainda que este reforço da oferta habitacional permitirá tornar o campus “mais sustentável, inclusivo e que potencie ao máximo o percurso educativo e académico dos alunos”.
Atualmente, a Universidade NOVA de Lisboa dispõe de outras duas residências universitárias em Lisboa: a Residência Universitária Alfredo de Sousa, em Campolide, com 180 camas, e a Residência Universitária do Lumiar, com 70 camas. Através dos SASNOVA (Serviços de Ação Social da NOVA), a instituição tem também parcerias com entidades externas para colmatar as necessidades habitacionais dos seus estudantes.
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