Acompanhe toda a atualidade informativa em 24noticias.sapo.pt

A direção do partido reuniu-se esta quarta-feira na sede do partido, em Lisboa, e decidiu-se pela neutralidade argumentando que “combate o socialismo e rejeita o populismo”.

Foi o vice-presidente Álvaro Castelo Branco que leu o comunicado aos jornalistas, afirmando que a comissão executiva do CDS lembra que “estas não são eleições legislativas. O CDS enquanto partido não é candidato nem está em disputa”.

O partido, leu o dirigente, “não está próximo de nenhum dos candidatos que o povo português legitimamente” escolheu. “O CDS combate o socialismo e rejeita o populismo. Em coerência, não terá nenhum empenhamento orgânico nem institucional nesta segunda volta nem dará apoio a nenhum dos candidatos”.

A posição era previsível, tendo em conta a intervenção que o líder parlamentar, Paulo Núncio, tinha feito durante a tarde no debate quinzenal, no Parlamento, para criticar ambas as opções, mas sobretudo o candidato socialista, provocando alguns aplausos e também algumas reações de hesitação na bancada do PSD.

Apesar da posição oficial do partido, que faz parte do Governo através da AD, já houve alguns nomes do CDS, como Cecília Meireles, Diogo Feio ou Francisco Rodrigues dos Santos, que vieram dizer que optarão pelo socialista. Outras figuras da AD e da IL têm tomado a mesma opção.

__

A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil

Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.

Assine a nova newsletter do 24notícias aqui.