Sopram fortes ventos de ameaça de guerra no Pacífico, em volta de Taiwan, a ilha que se declara independente, com regime democrático plural desde 1949, mas que Pequim considera como uma das suas províncias, sobre a qual pretende retomar rapidamente a soberania.
A China iniciou, esta segunda-feira, exercícios militares de larga escala em redor de Taiwan, envolvendo munição real, simulações de bloqueio de portos, ataques a alvos marítimos e ações para travar uma eventual interferência internacional.
Um sismo de magnitude 7,0 atingiu, na noite de sábado, uma zona marítima a cerca de 32 quilómetros da costa nordeste do condado de Yilan, em Taiwan. A informação foi avançada pela Administração Meteorológica Central da ilha.
Num telefonema com Donald Trump, o líder chinês afirmou que as pretensões de Beijing anexar Taiwan continuam inalteradas. Acrescentando que o retorno de Taiwan à China é "parte integrante da ordem internacional do pós-guerra” forjada na luta dos EUA e da China contra o "fascismo e o militarismo", de
As cheias provocadas pelo supertufão Ragasa no leste de Taiwan causaram 14 mortos e deixaram 124 pessoas desaparecidas no distrito de Hualien, segundo as autoridades locais.
O supertufão Ragasa atingiu o norte das Filipinas com ventos de mais de 267 km/h, deixando milhares em evacuação. Hong Kong, Taiwan e a China continental tomam medidas de prevenção antes da chegada da tempestade.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou este sábado que o seu homólogo chinês, Xi Jinping, lhe garantiu que não ordenará qualquer ofensiva contra Taiwan, pelo menos durante o seu mandato na Casa Branca.
O Gabinete de Segurança Nacional de Taiwan alertou hoje para os riscos de cibersegurança associados ao uso do TikTok e de outras quatro aplicações desenvolvidas na China, devido à recolha excessiva de dados e violações da privacidade dos utilizadores.
A China avisou hoje os Estados Unidos para "não brincarem com o fogo" em relação a Taiwan, depois de o responsável pela Defesa norte-americano ter acusado Pequim de estar a preparar a invasão da ilha.
O secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, disse hoje, em Singapura, que os Estados Unidos "não procuram um conflito com a China", mas que não serão expulsos de "região crucial do Indo-Pacífico".
As forças armadas de Taiwan iniciaram hoje um conjunto de manobras militares anuais, que vão durar 14 dias e incluir simulações de eventuais cenários de conflito com a China, que tem aumentado a pressão sobre a ilha nos últimos meses.
Macau anunciou hoje a morte de uma criança de dois anos que tinha ficado ferida na explosão num centro comercial, no centro de Taiwan, em meados de fevereiro, elevando o balanço para cinco vítimas mortais.
O Ministério da Defesa de Taiwan comunicou, esta quinta-feira, a deteção de 45 aviões militares chineses perto do seu território num período de 24 horas, um recorde até agora este ano.
Taiwan disse hoje que vai continuar a cooperar com a comunidade internacional para prestar assistência humanitária à Ucrânia, no contexto do terceiro aniversário da invasão russa.
O Ministério da Defesa de Taiwan anunciou esta sexta-feira que detetou seis balões chineses perto da ilha, reivindicada por Pequim como parte do seu território.
O Presidente de Taiwan, Lai Ching Te, defendeu hoje a promoção do diálogo com o Governo chinês face às mudanças geopolíticas globais, apesar das tensões crescentes entre Pequim e a ilha, considerada pela China como parte do seu território.
A China acrescentou hoje sete empresas norte-americanas à lista de entidades não fiáveis por terem vendido armas a Taiwan, uma medida decretada a menos de uma semana do Presidente eleito dos EUA, Donald Trump, tomar posse.
A China afirmou hoje que vai "esmagar quaisquer tentativas separatistas", depois de os Estados Unidos terem enviado tanques M1A2T para Taiwan, num período de crescente hostilidade entre Pequim e Taipé.
O objetivo "a longo prazo" da China é "minar a ordem internacional", mas tais ações "não serão reconhecidas pela comunidade internacional", afirmou hoje o ministério da Defesa de Taiwan, após um destacamento naval chinês.
Os navios da marinha e da guarda costeira chinesas que durante vários dias realizaram um vasto exercício naval em torno de Taiwan, o maior dos últimos anos, regressaram aos portos, anunciaram hoje as autoridades taiwanesas.
Taiwan instou hoje Pequim a "parar imediatamente" com as "intimidações militares e todos os comportamentos irracionais que põem em perigo a paz e a estabilidade regionais", face a um grande destacamento naval chinês no Pacífico.
O Exército chinês enviou uma dúzia de navios de guerra chineses e 47 aviões militares para as proximidades de Taiwan, anunciaram as autoridades taiwanesas.
Taiwan anunciou hoje que as suas forças armadas foram colocadas em "alerta máximo", depois de a China ter imposto extensas restrições aéreas ao largo da sua costa leste.