Esta quarta-feira, o presidente norte-americano afirmou que "o tempo está a acabar" e diz que é hora do Irão negociar um acordo sobre a posse de armas nucleares.
A Rússia exige explicações diplomáticas dos EUA após o anúncio de Donald Trump sobre a retoma de testes nucleares, feitos em resposta a movimentações militares russas e chinesas.
O presidente russo, Vladimir Putin, pediu esta quarta-feira aos seus ministros e chefes militares que preparem propostas para possíveis testes nucleares, numa resposta às recentes declarações de Donald Trump sobre a intenção dos Estados Unidos retomarem este tipo de ensaios.
Os Estados Unidos realizaram um teste de rotina com o míssil intercontinental Minuteman III, capaz de transportar ogivas nucleares, para avaliar a sua fiabilidade e prontidão operacional, anunciou a Força Aérea norte-americana.
Donald Trump afirmou que os Estados Unidos vão retomar testes nucleares para acompanhar a Rússia e a China, uma decisão que reacendeu receios de uma nova corrida armamentista.
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) considera num relatório exaustivo conhecido hoje que, na ausência de cooperação e transparência por parte do Irão, não pode confirmar se o controverso programa nuclear iraniano é pacífico.
O Irão aumentou a produção de urânio altamente enriquecido nos últimos meses, segundo um relatório confidencial da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), das Nações Unidas, consultado pela AFP este sábado.
O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, admitiu hoje que as armas nucleares são inaceitáveis, numa aparente resposta a exigências norte-americanas sobre o fim do programa de enriquecimento de urânio pelo Irão.
A Casa Branca condenou hoje a “retórica irresponsável” da Rússia após a revisão da sua doutrina nuclear alargando a possibilidade de utilização de armas atómicas, mas insistiu que tal não exige uma revisão da doutrina norte-americana.
Um hipotético ataque israelita às instalações nucleares do Irão desencadearia um ataque de retaliação do mesmo tipo, advertiu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, em declarações divulgadas hoje pela imprensa turca.
O Presidente russo Vladimir Putin considerou hoje uma "provocação perigosa" as recentes declarações do homólogo ucraniano Volodymyr Zelensky, sobre a necessidade da Ucrânia ter armas nucleares como forma de dissuasão contra Moscovo ou aderir à NATO.
As potências nucleares modernizaram seus arsenais atómicos devido ao aumento da tensão geopolítica, informou esta segunda-feira um grupo de investigadores, que pediu aos líderes mundiais para darem "um passo atrás e refletir".
O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alertou hoje para um possível aumento dos arsenais nucleares, numa "nova e preocupante corrida armamentista" não registada há décadas, com armamento mais "rápido, preciso e furtivo".
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, prometeu hoje, perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, "fazer tudo" para travar o desenvolvimento do programa nuclear do Irão, defendendo a necessidade de "uma ameaça nuclear credível", declaração posteriormente retificada.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia disse hoje que Moscovo mantém o seu compromisso com o Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares e com o fortalecimento do regime de não-proliferação nuclear.
O ministro de Defesa da Coreia do Norte, Kang Sun-nam, acusou hoje os Estados Unidos da América de estarem a colocar a península coreana numa guerra nuclear iminente e descartou a possibilidade de solucionar o conflito com negociações.
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, classificou hoje a entrega de armas nucleares táticas russas à Bielorrússia como uma "provocação", mas pediu cautela e descartou uma resposta nuclear de Washington.
A Rússia chegou a acordo com Minsk para o armazenamento de armas nucleares na Bielorrússia. Putin diz que não viola as suas obrigações internacionais, e aponta para os Estados Unidos, que também armazenam armas nucleares em território de países aliados.
O secretário-geral da ONU exortou os EUA e a Rússia a retomarem a plena implementação do Novo Tratado Estratégico de Redução de Armas (New START), após o Presidente russo anunciar a suspensão da participação de Moscovo.
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos da América (EUA), Antony Blinken, descreveu hoje como "muito dececionante e irresponsável" a decisão da Rússia de suspender a sua participação no acordo New START, sobre armas nucleares.
O Presidente russo, Vladimir Putin, admitiu hoje que poderá utilizar armas nucleares, mas só “em resposta” a um eventual ataque inimigo desse tipo ao território da Rússia.
Os países do G20 preparam um projeto de declaração conjunta para a cimeira de Bali que deverá incluir uma menção à guerra na Ucrânia e uma afirmação contra o uso de armas nucleares, revelaram hoje fontes diplomáticas.
O Presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, disse hoje que os militares do país estão a modificar os aviões de combate para poderem transportar armas nucleares, em resposta a "possíveis provocações do Ocidente".