O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Rafael Grossi, afirmou que os inspetores da organização não encontraram provas da existência de um programa coordenado do Irão para desenvolver armas nucleares, contrariando alegações feitas por Israel e pelos Estados Unidos.
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou que os avanços registados nas negociações com os Estados Unidos não significam que esteja para breve um acordo sobre o programa nuclear de Teerão.
Esta quarta-feira, o presidente norte-americano afirmou que "o tempo está a acabar" e diz que é hora do Irão negociar um acordo sobre a posse de armas nucleares.
A Rússia exige explicações diplomáticas dos EUA após o anúncio de Donald Trump sobre a retoma de testes nucleares, feitos em resposta a movimentações militares russas e chinesas.
O presidente russo, Vladimir Putin, pediu esta quarta-feira aos seus ministros e chefes militares que preparem propostas para possíveis testes nucleares, numa resposta às recentes declarações de Donald Trump sobre a intenção dos Estados Unidos retomarem este tipo de ensaios.
Os Estados Unidos realizaram um teste de rotina com o míssil intercontinental Minuteman III, capaz de transportar ogivas nucleares, para avaliar a sua fiabilidade e prontidão operacional, anunciou a Força Aérea norte-americana.
Donald Trump afirmou que os Estados Unidos vão retomar testes nucleares para acompanhar a Rússia e a China, uma decisão que reacendeu receios de uma nova corrida armamentista.
A Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) considera num relatório exaustivo conhecido hoje que, na ausência de cooperação e transparência por parte do Irão, não pode confirmar se o controverso programa nuclear iraniano é pacífico.
O Irão aumentou a produção de urânio altamente enriquecido nos últimos meses, segundo um relatório confidencial da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), das Nações Unidas, consultado pela AFP este sábado.
O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, admitiu hoje que as armas nucleares são inaceitáveis, numa aparente resposta a exigências norte-americanas sobre o fim do programa de enriquecimento de urânio pelo Irão.
A Casa Branca condenou hoje a “retórica irresponsável” da Rússia após a revisão da sua doutrina nuclear alargando a possibilidade de utilização de armas atómicas, mas insistiu que tal não exige uma revisão da doutrina norte-americana.
Um hipotético ataque israelita às instalações nucleares do Irão desencadearia um ataque de retaliação do mesmo tipo, advertiu o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, em declarações divulgadas hoje pela imprensa turca.
O Presidente russo Vladimir Putin considerou hoje uma "provocação perigosa" as recentes declarações do homólogo ucraniano Volodymyr Zelensky, sobre a necessidade da Ucrânia ter armas nucleares como forma de dissuasão contra Moscovo ou aderir à NATO.
As potências nucleares modernizaram seus arsenais atómicos devido ao aumento da tensão geopolítica, informou esta segunda-feira um grupo de investigadores, que pediu aos líderes mundiais para darem "um passo atrás e refletir".
O secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, alertou hoje para um possível aumento dos arsenais nucleares, numa "nova e preocupante corrida armamentista" não registada há décadas, com armamento mais "rápido, preciso e furtivo".
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, prometeu hoje, perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, "fazer tudo" para travar o desenvolvimento do programa nuclear do Irão, defendendo a necessidade de "uma ameaça nuclear credível", declaração posteriormente retificada.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia disse hoje que Moscovo mantém o seu compromisso com o Tratado de Proibição Completa de Testes Nucleares e com o fortalecimento do regime de não-proliferação nuclear.
O ministro de Defesa da Coreia do Norte, Kang Sun-nam, acusou hoje os Estados Unidos da América de estarem a colocar a península coreana numa guerra nuclear iminente e descartou a possibilidade de solucionar o conflito com negociações.
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, classificou hoje a entrega de armas nucleares táticas russas à Bielorrússia como uma "provocação", mas pediu cautela e descartou uma resposta nuclear de Washington.
A Rússia chegou a acordo com Minsk para o armazenamento de armas nucleares na Bielorrússia. Putin diz que não viola as suas obrigações internacionais, e aponta para os Estados Unidos, que também armazenam armas nucleares em território de países aliados.
O secretário-geral da ONU exortou os EUA e a Rússia a retomarem a plena implementação do Novo Tratado Estratégico de Redução de Armas (New START), após o Presidente russo anunciar a suspensão da participação de Moscovo.
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos da América (EUA), Antony Blinken, descreveu hoje como "muito dececionante e irresponsável" a decisão da Rússia de suspender a sua participação no acordo New START, sobre armas nucleares.