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A Carris vai passar a multar condutores que utilizem indevidamente faixas ‘bus’ e paragens, sem necessidade de apoio da polícia ou da EMEL, avança o Público.
Até agora, a fiscalização dependia sempre do apoio da polícia municipal ou da EMEL, mas a empresa vai passar a atuar de forma autónoma.
O objetivo desta medida é melhorar a velocidade comercial das carreiras de autocarros e elétricos. Inicialmente, o controlo será feito através de viaturas específicas e, posteriormente, com um sistema automático de deteção de matrícula.
A proposta será discutida esta quarta-feira na reunião de vereação e, se aprovada, terá de ser validada pela assembleia municipal. A norma deverá entrar em vigor até ao final de 2025.
Os fiscais da Carris, credenciados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), têm recebido formação nos últimos meses para desempenhar estas funções.
Segundo Filipe Anacoreta Correia, vice-presidente da Câmara de Lisboa e responsável pelo pelouro da mobilidade, a empresa está legalmente habilitada para aplicar as multas, com base em alterações aprovadas nos estatutos da Carris em 2019, que preveem a atuação de motoristas e guarda-freios nesta área.
O vice-presidente sublinha que um modelo semelhante já existe noutros pontos do país, como no Porto, com os STCP.
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