Estudantes de várias escolas e universidades de Lisboa realizaram esta sexta-feira uma greve às aulas e concentraram-se em protesto junto à Assembleia da República, exigindo um compromisso claro para o fim dos combustíveis fósseis até 2030 e apelando à participação em ações ao longo do dia, incluind
Grupos de estudantes estiveram este domingo junto às saídas de mesas de voto em vários locais de Lisboa, onde apelaram aos eleitores adultos a comprometerem-se com a luta contra a crise climática, numa ação simbólica realizada em dia de eleições.
Esta manhã, estudantes de várias escolas secundárias e universidades de Lisboa participaram na Greve Geral, juntando-se aos piquetes de greve em protesto contra o pacote laboral do governo.
Mais de 200 pessoas participaram hoje na manifestação “O nosso futuro não está à venda”, organizada pela Greve Climática Estudantil, pelo Climáximo e por uma dezena de outras organizações. O protesto reivindica o fim do uso de combustíveis fósseis até 2030.
Esta madrugada, estudantes das escolas secundárias Luís de Camões e António Arroio, em Lisboa, encerraram os estabelecimentos em protesto contra a falta de compromisso do governo para o fim dos combustíveis fósseis até 2030.
Mais de uma centena de artistas e profissionais da cultura declararam apoio aos estudantes que, por todo o país, exigem o fim dos combustíveis fósseis até 2030.
Um grupo de estudantes em greve fechou hoje a entrada do Liceu Camões, em Lisboa, a cadeado, afetando o início das aulas, e pelas 08h50 a polícia já estava no local a garantir a reabertura da escola.
Os estudantes pelo fim ao fóssil até 2030 manifestam-se hoje entre a Praça José Fontana, em Lisboa, e a Assembleia da República, num percurso de cerca de três quilómetros com paragens para outras ações, anunciou o movimento.
Quatro das cinco estudantes do grupo Fim ao Fóssil que bloquearam a entrada do Ministério da Saúde em maio foram hoje condenadas pelo crime de desobediência a 495 euros de multa, que vão converter em trabalho comunitário.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) foi vandalizado hoje de madrugada por alegados ativistas climáticos/pró-Palestina, que partiram janelas e pintaram a bandeira da Palestina pintada na sua fachada, confirmou a assessoria do MNE.
Um grupo de estudantes pertencente ao movimento ativista "Fim ao Fóssil" esteve a bloquear a entrada do Ministério da Saúde, em Lisboa, esta manhã. As autoridades já estão no local.
Estudantes do movimento “Fim ao Fóssil” disseram num comunicado divulgado hoje estar a protestar no Ministério do Ambiente, exigindo que a ministra Maria da Graça Carvalho garanta o fim dos combustíveis fósseis até 2030.
Os estudantes do movimento climático "Fim ao Fóssil" ocuparam o gabinete do diretor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), após recusa de Miguel Tamen em apoiar os estudantes. A escola António Arroio está encerrada pelo segundo dia consecutivo.