O Presidente francês, Emmanuel Macron, condenou esta quarta-feira os ataques contra infraestruturas civis nos Emirados Árabes Unidos e contra navios no golfo Pérsico, anunciando ainda o reforço da presença naval francesa no estreito de Ormuz.
Os Emirados Árabes Unidos retomaram este sábado as operações normais de tráfego aéreo, após o levantamento das medidas de precaução devido ao conflito entre os EUA e Israel no Irão, que aumentou o preço dos combustíveis e cortes de voos.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu, o restabelecimento da liberdade de navegação no estreito de Ormuz e insistiu para que “todas as partes a respeitem”.
Dois navios petroleiros chegaram ao estreito de Ormuz após a aplicação do bloqueio imposto pelos Estados Unidos da América e tiveram de voltar para trás, segundo a plataforma de monitoramento de embarcações Marine Traffic.
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, voltou a recorrer ao humor e à provocação ao referir-se ao Estreito de Ormuz como “estreito de Trump”, durante uma conferência em Miami organizada pelo fundo soberano da Arábia Saudita.
O Irão considerou hoje que uma eventual missão de países europeus para proteger navios no estreito de Ormuz seria "lançar achas para a fogueira", um dia depois de Londres anunciar que pretende organizar uma operação desse tipo.