A ex-primeira-ministra do Bangladesh, Sheikh Hasina, foi condenada à morte pelo Tribunal Internacional de Crimes do país por crimes contra a humanidade, devido à repressão violenta dos protestos estudantis que levaram à sua queda em 2024.
O cartaz "Isto não é o Bangladesh", associado à candidatura presidencial de André Ventura, líder do Chega, levou a que a embaixada do país em Lisboa alertasse os cidadãos.
Pelo menos 19 pessoas morreram esta segunda-feira, 21 de julho, quando um avião de treino da Força Aérea do Bangladesh se despenhou sobre um complexo escolar na cidade de Daca, informou um responsável dos bombeiros à agência Reuters.
Um tribunal especial do Bangladesh acusou hoje formalmente a ex-primeira-ministra Sheikh Hasina de crimes contra a humanidade alegadamente cometidos durante a revolta popular que levou à queda do seu regime em 2024.
A polícia do Bangladesh anunciou hoje mais de 1.300 detenções numa grande operação de repressão chamada 'Caça ao Diabo', que visou gangues que o Governo suspeita terem ligações à ex-primeira-ministra deposta Sheikh Hasina.
Um dos grupos rebeldes que lutam contra a junta militar de Myanmar (antiga Birmânia) reivindicou o controlo total da fronteira de 271 quilómetros com o Bangladesh, no oeste do país.
Mais de 400 pessoas morreram de dengue no Bangladesh este ano, após a confirmação de mais oito mortes em apenas 24 horas, o que volta a preocupar as autoridades de saúde do país, segundo a Europa Press.
A presidência de Bangladesh anunciou esta quarta-feira que o vencedor do Nobel da Paz Muhammad Yunus, criador de um sistema de microcréditos para a população pobre, vai liderar um governo interino no país, após a dissolução do Parlamento e da fuga da primeira-ministra Sheikh Hasina.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, apelou à procura de um "amplo consenso nacional" para realizar eleições democráticas no Bangladesh, após o Presidente ter nomeado Muhammad Yunus como líder do governo interino.
O Presidente do Bangladesh, Mohammed Shahabuddin, nomeou hoje o economista Muhammad Yunus, reconhecido em 2006 com o Prémio Nobel da Paz, líder do governo interino, após o nome ter sido proposto pelos líderes dos protestos antigovernamentais.
O Presidente do Bangladesh, Mohammed Shahabuddin, dissolveu hoje o parlamento, indicou um porta-voz presidencial, correspondendo desta forma às expectativas do movimento estudantil de protesto que ditou a renúncia e a fuga do país da primeira-ministra Sheikh Hasina.
Os líderes dos protestos estudantis que levaram à demissão e fuga da primeira-ministra do Bangladesh, Sheikh Hasina, propuseram hoje o vencedor do Prémio Nobel da Paz, Muhammad Yunus, como chefe de um Governo interino.
O Presidente do Bangladesh, Mohammed Shahabuddin, determinou hoje a libertação da ex-primeira-ministra e líder da oposição Khaleda Zia, bem como dos detidos durante os protestos, horas depois da fuga do país da atual chefe do Governo, Sheikh Hasina.
O comandante do Exército do Bangladesh, general Waker-Uz-Zaman, anunciou hoje que vai formar um "governo provisório", após a renúncia da primeira-ministra, Sheikh Hasina, que fugiu da capital, Daca.
Cerca de 100 pessoas morreram e centenas ficaram feridas hoje em novos protestos antigovernamentais no Bangladesh, com os manifestantes a reiterarem o pedido de demissão da primeira-ministra, Sheikh Hasina.
Bangladesh restaurou hoje a ligação à Internet móvel, depois de mais de uma semana de bloqueio nacional imposto pelas autoridades, avançou aos jornalistas o ministro das Telecomunicações, Zunaid Ahmed Palak.
Os estudantes de Bangladesh estão determinados a continuar com os seus protestos, que deixaram 155 mortos, e exigem agora a demissão da primeira-ministra, Sheikh Hasina, apesar da Justiça ter decidido, neste domingo, flexibilizar o sistema de quotas nos empregos públicos que desencadeou as manifesta
Manifestantes incendiaram hoje a sede do principal canal público de televisão do Bangladesh, a BTV, e "muitas pessoas estão presas no interior", denunciaram os meios de comunicação social bengalis.
A Índia e o Bangladesh reforçaram hoje as relações no domínio da defesa, com a assinatura de acordos que expandem a cooperação nos setores da segurança marítima, economia oceânica, espaço e telecomunicações.
Pelo menos 800.000 bengalis abandonaram hoje as aldeias costeiras para se refugiarem em abrigos de betão no interior, enquanto o país se prepara para a chegada de um ciclone muito violento.
O Bangladesh voltou a ordenar hoje o encerramento de escolas e madraças (escolas muçulmanas) em todo o país até quinta-feira devido a uma onda de calor persistente, apenas um dia depois da reabertura dos estabelecimentos de ensino.