O Ministério Público acusou uma mulher de vender o filho recém-nascido a um casal de Gondomar por 2.500 euros, num caso que envolve tráfico de pessoas, falsidade de testemunho e falsas declarações, anunciou hoje a Procuradoria-Geral Regional do Porto.
Dez dos 17 detidos no Alentejo por suspeitas de exploração de trabalhadores imigrantes no âmbito da operação “Safra Justa” saíram em liberdade após serem ouvidos na quinta-feira no Campus Justiça, em Lisboa. A informação foi confirmada pelo advogado Frederico Miguel Alves, que acompanha o caso.
Na manhã de terça-feira, a Polícia Judiciária (PJ), no âmbito de um inquérito do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), desencadeou a operação “Safra Justa”, cumprindo 50 mandados de busca e 17 mandados de detenção em Beja, Portalegre, Figueira da Foz e Porto. Entre os detidos es
As detenções aconteceram em cooperação com a Polícia de la Generalitat de Catalunya (Mossos d’Esquadra) e Guardia Civil, em cumprimento de mandado de detenção europeu e de uma decisão europeia de investigação, emitidos por Espanha.
A polícia moçambicana travou uma tentativa de venda de três crianças em Nampula, no norte de Moçambique, e deteve três suspeitos de envolvimento no caso, disse hoje à Lusa fonte da corporação.
Portugal registou 725 crimes de tráfico de pessoas entre 2008 e 2022, com um aumento de 107% entre estes dois anos, que levou à constituição de 284 arguidos, maioritariamente homens portugueses, e à condenação de 157 pessoas.
A Polícia Judiciária deteve um casal em Espinho por suspeita de escravizar uma mulher de 29 anos que trouxeram de Moçambique sob a promessa de estudar e trabalhar.
Trinta e um dos 35 arguidos pertencentes a uma rede criminosa que contratava trabalhadores estrangeiros para agricultura no Baixo Alentejo ficaram hoje em prisão preventiva, segundo o despacho do Tribunal Central de Instrução Criminal.
A Europol alertou nesta segunda-feira para o risco que correm os refugiados ucranianos de cair nas redes do tráfico de seres humanos ao chegarem à Uniao Europeia (UE).
Dois irmãos moldavos foram condenados pelo Tribunal de Beja a penas de prisão suspensas por um crime de tráfico de pessoas e outro de auxílio à imigração ilegal, cada um, num processo envolvendo trabalhadores agrícolas imigrantes no Alentejo.
Mais de 20 pessoas foram detidas e acusadas de receber milhões de euros para transportar ilegalmente refugiados e migrantes da Turquia para a União Europeia em iates de luxo alugados, anunciaram hoje as polícias italiana e albanesa.
Um casal romeno e uma empresa acusados de traficar e explorar no Alentejo imigrantes ilegais em Portugal começam a ser julgados na segunda-feira, em Beja, por crimes de tráfico de pessoas e auxílio à imigração ilegal.
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) anunciou hoje a detenção, na área da Grande Lisboa, de um estrangeiro indiciado por crimes de tráfico de pessoas, auxílio à imigração ilegal e falsificação de documentos, que ficou em prisão preventiva.
A secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, insistiu hoje na necessidade de proteger as vítimas do tráfico de seres humanos, cujos crimes exigem respostas “cada vez mais complexas”.
O Governo vai reforçar as ações de formação sobre violência doméstica e tráfico de seres humanos para magistrados, além de criar um guia de boas práticas sobre crimes de ódio.
O presidente do Sindicato da Carreira e Investigação e Fiscalização do SEF disse hoje que não há recursos humanos suficientes para investigar o tráfico de seres humanos e apelou para a denúncia deste “crime hediondo”.
Os 19 arguidos (12 pessoas e sete empresas) acusados de tráfico de humanos para exploração laboral que estão a ser julgados desde abril de 2017 pelo Tribunal de Santarém conhecem hoje a decisão do coletivo de juízas.
O Tribunal de Leiria condenou dois arguidos ao pagamento de dois mil euros ao ofendido e a três anos e seis meses de prisão, pena suspensa por igual período, pela prática de um crime de tráfico de pessoas.
Dois cidadãos nepaleses e um português foram hoje condenados pelo Tribunal de Santarém a penas de 13 e 14 anos de prisão pela autoria, em concorrência, de 23 crimes de tráfico de pessoas.
O Ministério Público acusou 26 arguidos pela prática de crimes de associação criminosa e posse de arma proibida e por 35 crimes de tráfico de pessoas, informou hoje a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).