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De acordo com a acusação, a mulher, enquanto residia no Brasil, terá anunciado na internet a disponibilidade para conceber crianças e entregá-las a terceiros mediante pagamento. Em dezembro de 2023, já grávida do seu companheiro, que desconhecia a gestação, foi procurada pelo casal que via nesta solução uma forma de contornar os procedimentos legais de adoção.
O acordo previa a entrega do bebé logo após o nascimento, por 2.500 euros. A criança nasceu a 21 de janeiro de 2024 na residência da arguida, sem acompanhamento médico especializado, e acabou por ser internada devido a complicações. No hospital, a mãe registou a criança em nome do arguido, preparando-se para abdicar da guarda e permitir a adoção pelo casal.
Dias depois da alta hospitalar, a mulher entregou o bebé e recebeu o valor acordado. Contudo, o caso levantou suspeitas e a investigação do MP levou à retirada da criança do casal, que foi colocada numa instituição para adoção.
O processo envolve três arguidos, dois dos quais estão ainda acusados de falsidade de testemunho e falsas declarações.
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