A dinastia Al-Assad, do pai Hafez até ao filho Bashar, governou a Síria com mão de ferro durante mais de 50 anos, antes da sua queda no fim de semana após uma ofensiva relâmpago dos rebeldes.
O ministro dos Negócios Estrangeiros defendeu hoje como essencial que a comunidade internacional dialogue com o grupo que tomou o poder na Síria, admitindo ser necessária prudência para perceber se mantém a sua posição radical.
Israel atacou depósitos de "armas químicas" na vizinha Síria, onde as forças rebeldes derrubaram o presidente Bashar al-Assad no fim de semana, declarou nesta segunda-feira o ministro israelita de Relações Internacionais.
A presidência russa (Kremlin) confirmou hoje que o presidente Vladimir Putin concedeu asilo na Rússia ao ex-presidente sírio Bashar al-Assad e família.
As tropas russas que permanecem na Síria após a queda do regime de Bashar al-Assad vão ser retiradas com a ajuda da Turquia, noticiou hoje o canal de notícias turco NTV.
O chefe da diplomacia do Irão, Abbas Araghchi, admitiu que o chamado Eixo da Resistência, a aliança anti-Israel liderada por Teerão, será afetado pela queda do presidente Bashar al-Assad na Síria.
Aviões dos Estados Unidos atacaram mais de 75 alvos do Estado Islâmico (EI) na Síria este domingo, atingindo líderes do grupo, operações e campos, informou o exército americano.
Centenas de pessoas foram este domingo para às ruas de Damasco, Istambul, na Turquia, Londres e Atenas ou Berlim onde vive uma diáspora sírios, para celebrar a "fuga" do presidente Bashar al-Assad da capital síria, agora sob controlo dos rebeldes.
O presidente dos EUA, Joe Biden, falou esta noite na Casa Branca, depois de se encontrar com a sua equipa de segurança nacional esta manhã para receber uma atualização sobre a situação na Síria.
Abu Mohammed al Jolani, o líder da aliança rebelde que provocou a queda do presidente Bashar al-Assad este domingo, é um extremista que adotou uma postura mais moderada para alcançar os seus objetivos.
Pelo menos 910 pessoas, incluindo 138 civis, morreram na Síria desde que os rebeldes iniciaram uma ofensiva relâmpago a 27 de novembro que resultou na tomada de Damasco e na fuga do presidente Bashar al-Assad, informou a ONG Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).
O presidente do mais alto órgão político da oposição síria no exílio, a Coligação Nacional Síria (SNCF), Hadi Al Bahra, garantiu hoje à EFE que a capital síria "estará segura em dois ou três dias".
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, saudou hoje a queda do Presidente sírio, Bashar al-Assad, dizendo que este acontecimento marca “um dia histórico”, representando o fim de “um nódulo central do eixo do mal”.
Supostos ataques aéreos israelitas atingiram o distrito de Mazzeh, em Damasco, este domingo, avança a agência Reuters com base numa fonte de segurança libanesa e outra síria.
O líder dos rebeldes sírios, Abu Mohammed al-Jolani, discursou hoje na famosa mesquita dos Omíadas em Damasco, depois de a capital ter sido declarada livre das forças de Bashar al-Assad, noticia a agência France Presse.
O Presidente do Conselho Europeu, o português António Costa, considerou hoje que o fim da "ditadura de Assad" é uma "nova oportunidade de liberdade e de paz para o povo sírio".
Portugal afirmou hoje que, tal como os parceiros europeus, segue de perto a situação na Síria, defendendo que “o fim inominável” do regime sírio do Presidente Bashar al-Assad “conduza a uma transição pacífica”.
Bashar al-Assad governou a Síria com mão de ferro durante 24 anos e reprimiu com extrema violência uma revolta pró-democracia em 2011, que virou uma das guerras mais sangrentas do século. Pai de três filhos, assumiu o poder em 2000, sucedendo ao pai Hafez al-Assad.
Na Síria, por agora, é a hora de Tahrir al-Sham, o grupo sunita liderado por Abu Mohammad al-Jolani, um chefe de guerra, formado na Al-Qaeda, mas que se metamorfoseou com inteligência estratégica para negociar com o Ocidente. Há especulações sobre poder ter sido atingido em algum dos bombardeamentos
A Rússia alertou hoje para o destino que terão as bases militares que mantém na Síria, a aérea de Hmeimim e a naval de Tartus, após a queda do regime sírio e a tomada de Damasco pelas forças rebeldes.
A aliança rebelde síria liderada por grupos islamitas anunciou que tomou o controle de Damasco, numa ofensiva relâmpago, e a queda do regime de Bashar al-Assad, que segundo o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, fugiu do país depois de perder o apoio da Rússia.
O Presidente sírio, Bashar al-Assad, "fugiu" da Síria depois de perder o apoio da Rússia, seu protetor, afirmou hoje o chefe de Estado eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, na plataforma social Truth.