O chefe da diplomacia norte-americana, Antony Blinken, apelou para a proteção dos civis na Síria, onde os rebeldes estão a conduzir uma ofensiva relâmpago, com o apoio da Turquia.
O Líbano informou hoje que vai encerrar todos os postos fronteiriços terrestres com a Síria, com exceção do principal, que liga Beirute à capital síria, Damasco.
O Iraque vai organizar uma conferência internacional a realizar em Bagdad sobre o conflito armado na vizinha Síria, anunciou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros iraquiano, Fuad Hussein.
Cerca de 280 mil pessoas foram deslocadas na Síria desde 27 de novembro devido aos combates entre rebeldes e as forças sírias, resultado do avanço meteórico de grupos islamistas, declarou hoje a ONU.
O líder dos rebeldes sírios liderados pelos extremistas islâmicos do Hayat Tahrir al-Sham (HTS) prometeu hoje que "não haverá vingança" após a tomada da 'cidade-chave' de Hama, onde o exército sírio esmagou uma revolta da Irmandade Muçulmana em 1982.
O grupo de rebeldes liderado por islamistas que lançou uma ofensiva relâmpago no norte da Síria está "às portas" de Hama, a quarta maior cidade do país, informou, nesta terça-feira, o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).
O Ministério da Defesa russo anunciou hoje a realização de exercícios navais em grande escala no mar Mediterrâneo, junto da costa da Síria, com recurso a armas hipersónicas de nova geração.
Mais de 48.500 pessoas encontram-se deslocadas das províncias sírias de Idlib e Alepo na sequência dos combates que começaram na semana passada, disse hoje o Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários da ONU (OCHA) para o noroeste da Síria.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, manifestou-se hoje "alarmado com a recente escalada de violência no noroeste da Síria" e apelou a uma "cessação imediata das hostilidades", disse o seu porta-voz.
Regime de Bashar al-Assad sofreu uma ofensiva rebelde durante o fim de semana, com os jihadistas do grupo Hayat Tahir al-Sham (HTS) a apoderarem-se da cidade de Alepo.
Uma ofensiva lançada na quarta-feira por rebeldes 'jihadistas' no norte da Síria fez pelo menos 412 mortos, incluindo 61 civis, segundo um novo balanço fornecido hoje por uma organização não-governamental (ONG).
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse hoje que Israel "está a monitorizar constantemente o que se passa na Síria", após a ofensiva lançada na quarta-feira pelos rebeldes sírios contra o Governo de Bashar al-Assad.
O Presidente sírio, Bashar al Assad, prometeu hoje usar a “força” para erradicar o “terrorismo”, após grupos rebeldes tomarem a cidade de Aleppo, numa operação relâmpago que já causou mais de 300 mortos.
A informação está a ser avançada pelo Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH). EUA garantem não ter qualquer envolvimento na mais recente ofensiva contra o governo de Bashar al Assad.
Fações rebeldes assumiram hoje o controlo do aeroporto de Aleppo, na Síria, e de locais estratégicos nas províncias vizinhas de Idlib e Hama, numa ofensiva contra as forças do regime de Bashar al-Assad, avançou uma organização não-governamental (ONG).
Forças jihadistas e milícias aliadas tomaram o controlo de metade de Aleppo, a segunda maior cidade da Síria, após uma ofensiva relâmpago contra as forças do regime de Bashar Al Assad, apoiado pelo Irão e pela Rússia.
Mais de 200 pessoas, na sua maioria milicianos, e uma vintena de civis foram mortos nos combates que opõem os 'jihadistas' e aliados às forças do regime de Bashar al-Assad no noroeste da Síria desde quarta-feira, segundo uma organização.
Pelo menos 36 pessoas morreram, esta quarta-feira, em bombardeamentos israelitas na cidade de Palmyra, no centro da Síria, informou o Ministério da Defesa sírio.
Dois dirigentes da Jihad Islâmica, grupo armado palestiniano que participou no ataque de 7 de outubro de 2023, morreram na quinta-feira num bombardeamento israelita nos subúrbios de Damasco, informou à AFP uma fonte do movimento.
Pelo menos 20 pessoas, incluindo combatentes palestinianos e pró-iranianos, morreram esta quinta-feira em bombardeamentos israelitas contra edifícios residenciais em Damasco e nos seus subúrbios, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).
O exército dos Estados Unidos da América (EUA) realizou, esta segunda-feira, bombardeamentos contra novos alvos associados a grupos apoiados pelo Irão na Síria, em resposta aos ataques contra as tropas norte-americanas posicionadas no país.