Líderes de partidos de extrema-direita de vários países manifestaram apoio a Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, a menos de três meses das eleições do país.
A morte de um homem de 78 anos no Seixal, à espera de socorro durante quase três horas, voltou a colocar sob escrutínio a capacidade de resposta do INEM. O episódio motivou reações de vários partidos, incluindo PS, Iniciativa Liberal e Bloco de Esquerda, que exigem explicações detalhadas sobre o fun
O 24notícias está a acompanhar as reações dos partidos à decisão do Tribunal Constitucional de chumbar as alterações à Lei dos Estrangeiros, sendo que, o Presidente da República também já confirmou a devolução do diploma à Assembleia da República, "sem promulgação".
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, assegurou hoje que o Governo vai dialogar com todos os partidos e procurar consensos para levar a cabo as medidas previstas no seu programa.
A saúde foi um dos tema em destaque no debate de hoje dos partidos sem assento parlamentar que concorrem às legislativas, com alguns a criticaram a má gestão no SNS e outros a defenderem a valorização das carreiras.
O Presidente da República revelou hoje que tem falado com os líderes partidários nos últimos dias, garantindo que estes sabem o que pensa e que já disse "o que tinha a dizer".
Os partidos com assento parlamentar mostraram-se hoje divididos quanto à inclusão do jornalismo sem fins lucrativos no estatuto de utilidade pública, destacando-se reservas face ao risco de surgirem entidades para defender interesses privados ou políticos.
Os partidos com assento parlamentar entregaram 2.123 propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2025 (OE2025), voltando assim a bater o recorde de alterações ao documento, sendo que terminou hoje o prazo.
O presidente da Assembleia da República assinalou aos líderes dos diferentes grupos parlamentares que se verifica um “aumento exponencial” dos votos de pesar apresentados na presente legislatura e convidou-os a refletirem para evitar uma banalização.
O FDP, partido liberal que integra a coligação de governo na Alemanha, criticou hoje a falta de ambição económica do chanceler Olaf Scholz, enquanto o terceiro parceiro, os Verdes, pediu novas eleições na primavera.
Os desacatos que se têm registado na Grande Lisboa provocaram hoje um debate tenso no parlamento, com várias interrupções e trocas de acusações sobre discursos incendiários, em particular entre as bancadas do Chega e do Bloco de Esquerda.
Em cima da mesa está a dispensa de visto prévio do Tribunal de Contas na reconstrução das habitações pelos municípios e medidas complementares de apoio às populações afetadas.
O último debate quinzenal realizou-se em 26 de junho, tendo depois o primeiro-ministro comparecido perante os deputados para a discussão sobre o estado da nação, a 17 de julho.
O Tribunal Constitucional rejeitou o pedido de Renata Cambra para que fosse reconhecida a expulsão do coordenador do partido Movimento Alternativa Socialista (MAS), Gil Garcia, em mais uma decisão desfavorável à militante, que reclama ser a líder legítima do partido.
O secretário-geral do PCP avisou hoje que quem votar o Orçamento do Estado para 2025 com base em "cálculos eleitorais" estará a prestar um "mau serviço ao país", considerando arriscado dizer que não haverá eleições antecipadas.
João Galamba apresentou o pedido de demissão do cargo de ministro das Infraestruturas, por considerar que é a única decisão possível para assegurar à família a tranquilidade e discrição a que têm direito.
A redução de impostos e medidas para facilitar o acesso à habitação e à saúde estão entre as prioridades dos partidos nas propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2024 que será entregue no parlamento até terça-feira.
Marcelo Rebelo de Sousa discursou hoje na Praça do Município aquando das celebrações do 113.º aniversário da Implantação da República. Na reação ao discurso, PSD e Iniciativa Liberal apontaram 'o dedo' ao tempo de governo de António Costa, enquanto PCP e Bloco de Esquerda apontaram omissões de certo
O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fez esta noite um discurso ao país e garantiu que não vai dissolver a Assembleia da República, ao dizer que opta pela "estabilidade" e que terá de "estar mais atento". Os partidos reagiram à decisão, só o PS mantém o silêncio.