Não se governa o país como se fosse uma telenovela. Ninguém quer saber se há reuniões ou não há reuniões por causa do Orçamento do Estado, o que as pessoas querem é uma vida melhor. E isso exige uma visão para o país e um plano para a pôr em prática. O resto são tricas de bastidores.
As notícias de ataques em escolas norte-americanas surgem com uma regularidade assustadora. Muitas vezes, o resultado é a morte de crianças, de professores, de funcionários.
A disputa entre os ortodoxos não surpreende, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia. Surpreendente é o Papa Francisco, que não é tido nem achado para a disputa, tenha tomado o lado dos russos e, noutras questões, contra os norte-americanos.
Macron, afinal, prefere entender-se com Le Pen no jogo de poder. O presidente francês começa neste sábado a ficar confrontado com a indignação da rua das esquerdas, e anuncia-se um outono com escalada das manifestações de protesto e greves. Há muita França que esgotou a paciência para as astúcias do
Quando a República Federal Alemã (dita “Ocidental”) e a República Democrática Alemã (dita “Oriental”) se unificaram, a 31 de Agosto de 1990, festejou-se no país inteiro, com um sentimento geral de alívio e felicidade. Atualmente, em 2024, o sentimento é de que a unificação não deu os resultados espe
O terrível mês de Agosto tem vários problemas, um deles é a absurda falta de temas interessantes, razão pela qual nos deixamos levar por assuntos que não interessam ao menino Jesus, mas que enchem a espuma dos dias (e a espuma dos dias é menor do que a de qualquer imperial bem tirada, é apenas o com
Um país que já foi o mais próspero da America do Sul e tem as maiores reservas petrolíferas do planeta segue um percurso turbulento em nome duma coisa que se chama “bolivarianismo”
Enquanto os países “avançados” tentam depender menos dos combustíveis fósseis, os “emergentes” querem produzir mais. Uma contradição de objectivos que torna a degradação climática inevitável.
Na biografia de Maria Teresa Horta, A Desobediente, escrevi: “Dá trabalho dar voz àquilo em que se acredita. Chega a ser cansativo. Mas é essencial não calar. A vida de muitas mulheres depende disso mesmo.”
Depois do Miguel Esteves Cardoso glorificar António Costa numa crónica no jornal Público, mesmo que alguns ressalvem a ambiguidade (Será cinismo? Sarcasmo?) de algumas frases, o país festeja a nomeação.
Muitos dos meus amigos – bons amigos e amigas – são gay. São pessoas com o coração no sítio certo, com valores, pensamento crítico, cultura geral, capacidade de escuta e de riso. São, dos meus amigos, os que julgam menos, os que menos maldizem só pelo prazer de maldizer.
Entusiasmo significa agradar a Deus, li num livro. Gosto desta ideia. E de saber que existem momentos em que vivemos plenamente um amor que é isso: de Deus.
Foram e serão sempre muitas as produções culturais feitas este ano a propósito dos 50 anos do 25 de abril. A Yellow Star Company trouxe ‘A Noite’, de José Saramago, que certamente agradará mesmo a quem nunca esteve numa redação.
Entre 1945 e 2022 o continente teve 77 anos de paz, a mais longa da sua História. Será que a aproveitou como devia? E que perspectivas tem pela frente?
Neste Dia da Criança, fazemos uma viagem à origem da palavra portuguesa «criança». E, como é habitual por aqui, também damos uma espreitadela a outras línguas…
Um dos amigos de quem sinto mais saudades é esse Senhor, cujo nome está em epígrafe. O seu percurso profissional mistura-se com a história do teatro brasileiro. O seu talento ombreia com o das divindades dos palcos, Leopoldo Fróes (1882-1932) e Laurence Olivier (1907-1989). A sua postura era ímpar,
Nova legislação com sabor russo provoca forte reacção popular num candidato à União Europeia. Afinal, o que pretende o partido no poder, o “Sonho Georgiano”?
Em 1856, Júlia da Silva Bruhns (1851-1923), natural de Paraty, no Rio de Janeiro, embarca num vapor com destino à Europa. Naquele instante, aos cinco anos de idade, genuinamente, não poderia imaginar o que a vida lhe reservava.
Já aqui falei várias vezes da decadência da mais antiga democracia da Idade Contemporânea. A cada mês que passa, apresenta-se mais inevitável o caminho para uma ditadura ou uma guerra civil.