O Governo do Equador condenou esta terça-feira o que classificou como uma tentativa de um agente do ICE de entrar no consulado equatoriano em Minneapolis.
O antigo presidente dos Estados Unidos Bill Clinton instou os norte-americanos a manifestarem-se, na sequência das “cenas horríveis” registadas em Minneapolis, onde duas pessoas foram mortas por agentes da polícia.
Um agente federal disparou na perna de um homem em Minneapolis, nos Estados Unidos, depois de ter sido atacado com uma pá e um cabo de vassoura enquanto tentava efetuar uma detenção, anunciou o Departamento de Segurança Interna (DHS).
Uma agente federal de imigração dos Estados Unidos matou a tiro uma mulher de 37 anos, na cidade de Minneapolis, desencadeando um confronto político entre as autoridades locais e a administração do Presidente Donald Trump, que insiste tratar-se de um caso de legítima defesa.
Dois alunos mortos e 17 pessoas feridas marcam o mais recente ataque a uma escola nos Estados Unidos. O FBI confirma identidade da atiradora, Robin Westman, e considera o crime como terrorismo doméstico e ataque de ódio.
Centenas de pessoas manifestaram-se na terça-feira, pela terceira noite consecutiva, contra o assassínio de um jovem negro pela polícia de Brooklyn Center, um bairro de Minneapolis, no Estado norte-americano do Minnesota.
A cidade de Minneapolis decretou hoje recolher obrigatório, até à madrugada de terça-feira, e mobilizou militares da Guarda Nacional para evitar pilhagens, na sequência da morte de um jovem afro-americano pela polícia. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, lamentou o falecimento, pedindo que
Um subúrbio de Minneapolis, EUA, onde decorre o julgamento do polícia acusado de matar o afro-americano George Floyd, foi colocado esta madrugada sob recolher obrigatório, após a morte de um jovem na noite de domingo.
Um tiroteio ocorrido nesta manhã de domingo na cidade de Minneapolis, no estado do Minnesota, nos EUA, resultou em uma vítima mortal e 11 feridos, reportou a polícia local. Os feridos não se encontram em perigo de vida.
A maioria dos membros do Conselho da Cidade de Minneapolis disse que apoia a dissolução do departamento de polícia da cidade, num momento em que estado iniciou uma investigação de direitos civis após a morte de George Floyd.
O polícia acusado de ter morto o afro-americano George Floyd, asfixiando-o com o joelho, em Minneapolis, nos Estados Unidos, deve comparecer hoje em tribunal naquela cidade.
Manifestantes juntaram-se hoje em Minneapolis para a primeira de uma série de cerimónias de homenagem a George Floyd, o afro-americano que foi morto às mãos da polícia naquela cidade norte-americana.
Minneapolis, cidade norte-americana no Estado de Minesota, é hoje palco de uma cerimónia em memória de George Floyd, um afro-americano de 46 anos, morto a 25 de maio, sob custódia da polícia.
O estado norte-americano do Minnesota apresentou hoje uma queixa em matéria de direitos humanos contra o Departamento da Polícia de Minneapolis na sequência da morte do cidadão afro-americano George Floyd numa intervenção policial.
O ex-pugilista norte-americano Floyd Mayweather, antigo campeão mundial invicto, vai pagar todas as despesas associadas às cerimónias fúnebres de George Floyd, afro-americano que morreu em 25 de maio, após um polícia lhe pressionar o pescoço.
O irmão de George Floyd, afro-americano que morreu quando um agente policial pressionava o seu pescoço com o joelho, apelou hoje para a paz nas ruas, dizendo que a destruição não vai trazer o seu familiar de volta.
A polícia de Minneapolis encontrou esta manhã o cadáver de um homem perto de um carro queimado durante os protestos pela morte de George Floyd, um negro que foi mandado parar pela polícia daquela cidade.
O presidente dos Estados Unidos pediu hoje mão pesada contra os manifestantes em Minneapolis, Estado do Minnesota, que apelidou de "esquerda radical" e expressou disponibilidade para enviar o exército para reprimir os protestos contra a morte de George Floyd.
Milhares de pessoas concentraram-se, ao início da noite de sexta-feira, em várias cidades norte-americanas em protesto pela morte do afro-americano George Floyd, às mãos da polícia, na passada segunda-feira.
O Pentágono tomou a rara decisão de ordenar ao Exército que colocasse unidades da polícia militar dos EUA em alerta, prontas para agir em Minneapolis, onde o homicídio do afro-americano George Floyd pela polícia provocou protestos generalizados.
A Guarda Nacional dos EUA destacou 500 soldados para restaurar a calma em Minneapolis, depois de uma terceira noite de violência, em protestos pela morte de um homem negro durante a sua detenção pela polícia.
Um homem foi encontrado morto a tiro, na madrugada de hoje, suspeito de ter sido vítima dos protestos, em Minneapolis, contra a morte de um homem negro sob custódia policial.