Um arguido da Operação “Irmandade”, que desmantelou o grupo neonazi 1143, acusa o deputado do Chega Rui Afonso, líder da distrital do partido no Porto, de ter comprado votos a membros dessa organização para vencer eleições internas, segundo o jornal Público.
O alegado líder do grupo neonazi 1143, Mário Machado, foi transferido na quinta-feira para a prisão de alta segurança de Paços de Ferreira, anunciou esta sexta-feira o seu advogado, José Manuel Castro, que adiantou ter intenção de recorrer da decisão.
A decisão judicial resulta do cúmulo jurídico de duas condenações por crimes de incitamento ao ódio e à violência. O tribunal considera existir um percurso reiterado de criminalidade grave, afastando qualquer possibilidade de suspensão da pena.
Numa publicação na rede social X, o grupo diz ser "apartidário" e "aclubístico", mas que André Ventura é a "única opção que temos para combater o socialismo!".
A Polícia Judiciária realizou esta terça-feira a operação Irmandade, que envolveu cerca de 300 inspetores de várias unidades e levou à detenção de 37 suspeitos ligados ao grupo ultranacionalista 1143, liderado por Mário Machado, atualmente a cumprir pena de prisão.
A Polícia Judiciária deteve hoje Mário Machado, que deverá cumprir uma pena de dois anos e 10 meses de prisão efetiva, pelos crimes de discriminação e incitamento ao ódio e à violência.
O militante neonazi Mário Machado vai entregar-se no dia 26 no Estabelecimento Prisional das Caldas da Rainha, para cumprimento da pena de dois anos e 10 meses de prisão por discriminação e incitamento ao ódio e à violência.
As três pessoas detidas na sexta-feira durante uma concentração da extrema-direita em Lisboa foram notificadas para comparecerem perante o Ministério Público (MP), que decidirá o seguimento a dar ao processo, clarificou hoje fonte da PSP.
A defesa do militante neonazi Mário Machado decidiu "alterar a estratégia" e vai afinal recorrer da decisão do Tribunal Constitucional (TC) de não admitir o recurso apresentado, ação que suspende o cumprimento da pena de prisão.
O neonazi Mário Machado, condenado por incitamento ao ódio e violência, disse hoje que tenciona apresentar-se na prisão das Caldas da Rainha em 25 de fevereiro para cumprir a pena de prisão.
O Tribunal Constitucional (TC) rejeitou o recurso do militante neonazi Mário Machado contra a condenação por incitamento ao ódio e à violência, e se não houver novo recurso terá que se apresentar para cumprir pena até ao fim do mês.
Mário Machado, condenado a cumprir pena dois anos e 10 meses de prisão por incitamento ao ódio e violência contra mulheres, pediu ajuda a Elon Musk para não ser preso.
O Tribunal da Relação de Lisboa confirmou hoje a condenação de Mário Machado a uma pena de prisão efetiva de dois anos e 10 meses por um crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência.
O militante neonazi Mário Machado foi hoje condenado a dois anos e 10 meses de prisão efetiva por incitamento ao ódio e à violência contra mulheres de esquerda em publicações nas redes sociais.
O militante neonazi Mário Machado conhece hoje a sentença no processo em que é acusado de incitamento ao ódio e à violência contra mulheres de esquerda em publicações nas redes sociais que visavam a dirigente do MAS, Renata Cambra.
Mamadou Ba foi acusado de difamação, devido a uma publicação no Facebook, em que afirma que Mário Machado tinha sido "uma das figuras principais do assassinato de Alcindo Monteiro". Agora, Ministério Público pede pena de multa para Mamadou Ba
A defesa de Mário Machado tentou hoje demonstrar em tribunal o impacto pessoal e familiar das afirmações de Mamadou Ba que considera difamatórias, tendo o militante neonazi reafirmando o orgulho nacionalista e defendido que este não justifica “valer tudo”.
Depois de um adiamento devido à greve dos funcionários judiciais, arranca hoje o julgamento do ativista antirracista Mamadou Ba por difamação, publicidade e calúnia, num processo colocado pelo militante neonazi Mário Machado.
O militante neonazi Mário Machado foi acusado pelo Ministério Público (MP) de um crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência contra mulheres de partidos de esquerda, em particular a líder do MAS, Renata Cambra.
O ativista antirracismo Mamadou Ba vai a julgamento por difamação do ex-dirigente do movimento "Hammerskins Portugal" Mário Machado, decidiu hoje o juiz Carlos Alexandre, do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC).
Mário Machado regressa esta sexta-feira a Portugal, depois de ter estado praticamente uma semana na Ucrânia, e volta a estar sujeito a apresentações periódicas às autoridades, confirmou hoje o advogado.
A Ucrânia recusou o pedido do militante neonazi Mário Machado para combater ao lado do exército ucraniano, garantido que o português “não pode ser aceite na Legião Internacional”.
O militante de extrema-direita, envolvido num caso de posse ilegal de arma, foi desobrigado pelo Tribunal Central de Instrução Criminal de fazer as apresentações quinzenais às autoridades a pretexto de se deslocar à Ucrânia. No entanto, o Ministério Público não só vai contestar esta decisão, como já
A decisão de uma juíza do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) a suspender a obrigação de Mário Machado se apresentar quinzenalmente às autoridades enquanto estiver na Ucrânia não é passível de intervenção pelo Conselho Superior da Magistratura (CSM).