O Governo deverá entregar hoje aos sindicatos uma proposta do diploma que enquadrará a regularização dos precários que trabalham no Estado, em reuniões que decorrem à tarde no Ministério das Finanças, em Lisboa.
O secretário-geral da Federação dos Sindicatos da Administração Pública (FESAP) mostrou-se hoje preocupado por apenas 15 mil trabalhadores precários do Estado terem pedido a regularização da sua situação, abaixo dos 100 mil estimados pelo Governo.
A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) prometeu hoje, dia de greve nacional, continuar a “luta” caso o Governo não dê respostas às revindicações dos trabalhadores.
A greve nacional da Função Pública marcada para hoje está a ter uma adesão que ronda os 90% a nível nacional, disse o dirigente sindical Artur Sequeira.
Alguns autocarros dos transportes urbanos estão a circular hoje em Coimbra, incluindo na zona do polo dos Hospitais da Universidade, onde há pessoas que lamentam o impacto da greve da Função Pública no acesso aos serviços de saúde.
Dez escolas da cidade do Porto estavam, cerca das 09:00 de hoje, encerradas devido à greve geral da Função Pública que está a afetar, sobretudo, os setores da Educação, Saúde e Justiça, segundo o sindicato do setor.
A greve nacional da Função Pública convocada para sexta-feira pela Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública (FNSTFPS) inicia-se às 00:00 e deverá afetar sobretudo escolas, serviços de saúde e ainda da cultura.
A Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública (FNSTFPS) espera uma grande adesão à greve nacional convocada para sexta-feira, avisando que, com o lema "Soluções já!", a paralisação irá encerrar muitos serviços.
A presidente do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), Helena Rodrigues, recusou hoje que sejam os sindicatos a definir quais são os trabalhadores precários e que devem ter integrados nos quadros da Administração Pública.
O Governo pretende descongelar a progressão nas carreiras dos funcionários públicos de forma gradual, uma medida que vai custar 564 milhões de euros em termos acumulados e líquidos entre 2018 e 2021.
O Ministério das Finanças vai liderar, em articulação com diferentes organismos públicos e outros ministérios, uma recolha de informação durante o mês de abril para perceber que funcionários públicos podem progredir na carreira a partir de 2018.
A Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) anunciou hoje uma greve nacional de 24 horas para o dia 26 de maio para reivindicar aumentos salariais e 35 horas de trabalho semanais.
Os sindicatos da Função Pública reúnem-se hoje com a secretária de Estado da Administração e do Emprego Público e o secretário de Estado do Emprego para discutir a regularização das situações de precariedade e o descongelamento de carreiras.
O primeiro-ministro, António Costa, defendeu hoje o investimento do Estado em três pilares da sua modernização: a simplificação, a descentralização e a valorização dos trabalhadores da função pública.
O primeiro-ministro, António Costa, garantiu hoje que o Governo vai avançar, no próximo ano, com o processo de "descongelamento e reestruturação das carreiras" da função pública, que vai ser negociado com os sindicatos.
A secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, Carolina Ferra, reúne-se esta segunda-feira com as estruturas sindicais da função pública para debater a resolução das situações de precariedade laboral na Administração Pública.
Os funcionários públicos começam hoje a receber os vencimentos de janeiro com o pagamento de 50% do subsídio de Natal em duodécimos, sendo os restantes 50% pagos em novembro.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou hoje o diploma que estabelece “medidas excecionais de contratação pública por ajuste direto” no âmbito da visita do Papa a Fátima por ocasião do centenário das Aparições.
Os funcionários públicos manifestam-se hoje junto à Assembleia da República, em Lisboa, para reivindicar alterações na proposta de Orçamento do Estado que permitam aumentar os salários do setor e descongelar as carreiras.
A manifestação dos funcionários públicos marcada para sexta-feira, em Lisboa, deverá encerrar vários serviços nos setores da educação ou da justiça "como é normal", disse a coordenadora da Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública.
O Estado perdeu mais de 71 mil funcionários públicos entre dezembro de 2011 e setembro de 2016, o que representa uma quebra de 9,9% em perto de cinco anos, foi hoje divulgado.
A Fenprof quer que o acordo do PS, Bloco de Esquerda e PCP para combater a precariedade no Estado chegue aos professores, lembrando que há 21 mil docentes com contrato a termo em creches e escolas básicas e secundárias.
O secretário-geral do PCP afirmou hoje, no Seixal, que a disponibilidade do Governo para integrar de trabalhadores precários da administração pública "é um bom começo, mas defendeu ser necessário alargar o combate à precariedade ao setor privado.