A adesão à greve geral da função pública continuava a fixar-se em “mais de 80%” em todo o país pelas 18:00 de hoje, informou a Frente Comum, destacando maior impacto nos setores da saúde e educação.
A greve da função pública teve hoje um impacto muito reduzido no funcionamento do Juízo Central Criminal de Lisboa, de acordo com informações prestadas pela Secretaria-Geral daquele tribunal situado na torre A do Campus de Justiça, Lisboa.
A greve nacional da função pública, convocada para hoje pela Frente Comum, está a ter maior impacto nos Açores na saúde e educação, com muitas escolas encerradas e outras a meio gás, adiantaram hoje à agência Lusa dirigentes sindicais.
A maioria dos serviços estão a funcionar normalmente na Universidade de Coimbra, com os alunos a notarem apenas os efeitos da greve nacional de hoje quando se dirigem para as cantinas, que estão fechadas.
Incerteza sobre se haverá consulta, críticas sobre pressões a profissionais de saúde e reivindicações por melhores condições e a palavra "transtorno" marcam a manhã do Hospital São João, no Porto, em dia de greve nacional.
Um dia “normal” de sexta-feira era o que se observava durante a manhã de hoje no tribunal de Bragança, com pouco movimento como em todas as vésperas de fim de semana, sem qualquer relação com a greve.
Vários serviços no Hospital de Vila Nova de Gaia encontravam-se hoje fechados, devido à greve da função pública, com utentes a serem apanhados desprevenidos, entre a incerteza de receberem atendimento e falta de informação.
O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, disse hoje que o Governo "tem de cumprir compromissos com credores nacionais que são os trabalhadores da Administração Pública", fazendo um "muito positivo" balanço da greve que decorre em todo o país.
Diversas escolas e serviços hospitalares estão encerrados na região Centro, devido à greve, hoje, de trabalhadores da função pública, convocada pela Frente Comum.
Salas de espera com doentes sem saberem se iam ter consulta ou realizar exames marcados há vários meses, devido à greve na função pública, marcavam hoje o ambiente no Hospital de São José, em Lisboa.
A maioria das escolas está encerrada ou vai fechar por falta de professores ou docentes, que aderiram à greve geral, segundo um primeiro levantamento feito pela Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).
A adesão à greve no segundo turno dos hospitais e nas escolas estava, às 10:00 de hoje, próxima dos 100%, disse a coordenadora da Frente Comum de sindicatos da Função Pública, Ana Avoila, citada pela agência Lusa.
A greve geral de 24 horas da Função Pública decretada pela CGTP, no respeitante à Saúde, apresenta "números próximos dos 100%" a Norte, disse o coordenador do Sindicato.
O Governo entrega hoje ao parlamento a proposta do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) que deverá ser marcada pelo alívio fiscal para os rendimentos mais baixos e a reposição gradual das progressões nas carreiras do Estado.
O Governo aprova hoje, em Conselho de Ministros, a proposta de Orçamento do Estado para 2018, na qual devem estar incluídas medidas como o aumento das pensões ou o descongelamento de carreiras na Administração Púbica.
O líder do PSD escusou-se hoje a comentar a possibilidade de os precários do Estado a tempo parcial poderem integrar o programa de regularização, mas salientou que o atual Governo "aumentou o número de trabalhadores precários" na função pública.
A presidente do CDS-PP, Assunção Cristas, defendeu hoje que o processo de regularização de trabalhadores precários do Estado pode incorrer em inconstitucionalidade, argumentando que está em causa o princípio da igualdade.
A Câmara de Lisboa disponibiliza a partir de hoje e durante 30 dias uma plataforma ‘online’ para eventuais trabalhadores precários do município se registarem, visando a sua futura integração quando forem definidas as regras para as autarquias.
O secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita, garantiu hoje que os primeiros concursos para regularização dos precários do Estado vão avançar em janeiro.
O secretário-geral do PCP desafiou PS, PSD e CDS-PP a reporem o direito dos trabalhadores da função pública a 25 dias de férias, prometendo que as autarquias CDU vão repor essa situação aos seus trabalhadores em 2018.
A Federação de Sindicatos para a Administração Pública (FESAP) pediu uma reunião urgente ao ministro das Finanças para discutir, entre outros assuntos, o descongelamento das carreiras e o Orçamento do Estado para 2018.