O primeiro-ministro, António Costa, afirmou esta segunda-feira, em Braga, que o Governo prometeu e cumpriu o descongelamento das carreiras na função pública, incluindo a dos professores.
A greve dos funcionários da Torre de Belém, Mosteiro dos Jerónimos e Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, teve adesão total no segundo dia, e os trabalhadores vão avançar com novas formas de luta, disse à Lusa fonte sindical.
As propostas do Governo para a revisão das carreiras dos informáticos da Administração Pública (AP) "não reúnem o consenso" dos profissionais, que vão debater o assunto num encontro nacional, anunciado hoje, em janeiro de 2019.
Os funcionários públicos cumpriram hoje uma greve nacional que levou ao encerramento de escolas, serviços de saúde, autarquias, tribunais e finanças e deixou o lixo por recolher em muitas localidades, esperando que o Governo responda agora às suas reivindicações.
A greve da função pública provocou o encerramento de autarquias e serviços municipais, de norte a sul do país, e deixou lixo por recolher desde a última noite, informou hoje o Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local.
A greve nacional dos trabalhadores da administração pública causou hoje o encerramento de diversos serviços nas autarquias e da saúde na Região Autónoma da Madeira, indicaram dirigentes sindicais.
O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva, disse hoje respeitar o direito à greve dos trabalhadores da Função Pública, mas garantiu que o Governo “vai continuar na trajetória do equilíbrio das contas públicas”.
A Fenprof antecipou hoje milhares de escolas encerradas na sexta-feira em todo o país, consequência da greve da administração pública convocada pelas duas centrais sindicais.
Os trabalhadores da administração pública cumprem a partir da meia-noite uma greve por aumentos salariais, o que poderá levar ao encerramento de escolas, ao cancelamento de atos médicos e comprometer o funcionamento de tribunais e finanças.
Os funcionários públicos vão estar em greve na sexta-feira em defesa de aumentos salariais, o que deverá levar ao encerramento de escolas e serviços municipais e ao cancelamento de atos médicos.
A Federação de Sindicatos da Administração Pública (FESAP), afeta à UGT, anunciou esta quinta-feira que emitiu um pré-aviso de greve para dia 26, juntando-se à Frente Comum.
Os funcionários públicos que tiverem direito a progredir em 2019 vão receber metade do acréscimo salarial em janeiro, 75% em maio e 100% em dezembro, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2019 (OE2019) entregue hoje no parlamento.
Os funcionários públicos que tiverem direito a progredir na carreira em 2019 deverão receber o acréscimo salarial até ao final do próximo ano e não de forma faseada até 2020 como previsto anteriormente, adiantou hoje a FESAP.
O Governo e os sindicatos da administração pública voltam esta sexta-feira à mesa das negociações no Ministério das Finanças para continuarem a discussão sobre o Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), nomeadamente aumentos salariais.
O Ministério das Finanças marcou hoje uma reunião negocial com as estruturas sindicais da Administração Pública para quinta-feira, para continuar a discutir matérias do Orçamento do Estado de 2019 (OE2019) relacionadas com o setor, disse fonte oficial do ministério.
O primeiro-ministro, António Costa, considerou este domingo "justo" repor a "normalidade" no aumento dos salários da função pública, depois de terem sido descongeladas as carreiras.
Os dirigentes do PCP remeteram esta quinta-feira a questão dos aumentos salariais na função pública para as negociações entre sindicatos e Governo socialista, decorrendo hoje mesmo uma reunião entre as partes no Ministério das Finanças.
As propostas iniciais que o Governo apresentou para aumentar os salários da função pública variam entre cinco e 35 euros, dependendo do número de trabalhadores abrangidos.
O Conselho Geral e de Supervisão da ADSE considera preocupante a evolução do saldo do subsistema de saúde previsto no seu orçamento para 2019, de 58,2 milhões de euros estimados em 2018 para 9,5 milhões, e defende a sua revisão.
"A fixação da possibilidade de prolongar o trabalho na administração pública para lá dos 70 anos - em preparação pelo Ministério das Finanças na sequência de uma resolução aprovada em 2016, por CDS-PP, PSD e PS - constitui um retrocesso social", lê-se num comunicado dos comunistas.
O CDS-PP lembrou hoje que o partido já tinha proposto há dois anos o fim da reforma obrigatória aos 70 anos dos funcionários públicos, informação noticiada hoje pelo jornal diário Público como intenção para breve do Governo socialista.
Mais de 1.500 técnicos de diagnóstico e terapêutica estão concentrados desde cerca das 16:00 em frente à Assembleia da República, em Lisboa, para exigir uma carreira equiparada à da função pública.
O Movimento pelo Interior quer que a Administração Pública transfira 25 serviços para o interior em três legislaturas e, para isso, defende incentivos para os funcionários, como a majoração do tempo de serviço para efeitos de carreira e reforma.
O número de funcionários públicos subiu 0,8% no primeiro trimestre de 2018, face ao mesmo período de 2017 e ao último trimestre do ano passado, para os 674.379, revelam estatísticas oficiais divulgadas hoje.