Os professores vão avançar com queixas contra a diretora-geral dos Estabelecimentos Escolares por esta responsável tentar, através da nota informativa emitida na segunda-feira, "empurrar os diretores das escolas" para ilegalidades, anunciou hoje a Fenprof.
A Fenprof defendeu hoje que as orientações enviadas às escolas pelo Governo relativas às greves às avaliações são ilegais, vai apresentar queixa à inspeção de educação e Ministério Público e alerta que diretivas semelhantes originaram processos disciplinares a diretores.
O ministro da Educação desvalorizou hoje criticas de confusão nos concursos de professores e manteve a posição sobre contagem de tempo de serviço, o que levou a Fenprof a afirmar que “a coisa vai correr mal”.
Centenas de sindicalistas trabalham há um mês na organização da próxima manifestação de professores: Calcorrearam o país em plenários pelas escolas, a distribuir panfletos e afixar cartazes, criaram ‘slogans’, estamparam t-shirts e contrataram autocarros e palcos para os discursos.
Milhares de professores manifestam-se no sábado para exigir a contagem de mais de nove anos de serviço congelado, entre outras medidas, segundo o líder da Fenprof, Mário Nogueira, sublinhando que “o ministro da Educação desapareceu” quando os problemas começaram.
O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, admitiu hoje que, caso o Governo não altere a sua posição, a luta dos professores poderá passar por “greves em tempos não letivos, de avaliações ou exames”.
A Fenprof acusa o Governo de ter “mau perder” e recusa qualquer inconstitucionalidade na decisão da Assembleia da República relativamente à atribuição, no concurso interno, de horários incompletos aos docentes, defendendo que na prática não existem.
Mais de cem professores universitários e cientistas iniciaram hoje às 16:00 uma marcha do largo Camões, em Lisboa, para a residência oficial do primeiro ministro, exigindo a regularização dos vínculos laborais, alguns deles precários há mais de dez anos.
A Fenprof anunciou hoje que vai impugnar judicialmente a realização de todas as reuniões das comissões de avaliação de processos de vinculação de precários na ciência e ensino superior até que sejam aprovadas as atas das reuniões anteriores.
A greve de quatro dias dos professores, que termina hoje, teve uma adesão entre os 70% e os 75%, segundo a Fenprof, que voltou a avisar o Governo, que, se não negociar, os docentes vão fazer-se “ouvir na rua”.
O terceiro de quatro dias de greve dos professores, que foi cumprido na região Centro, registou uma adesão "na ordem dos 75%", anunciou o secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira.
O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, afirmou hoje que, a manter-se a posição do Governo relativamente ao descongelamento das carreiras dos docentes, os professores vão avançar com uma grande manifestação no início do terceiro período.
Os professores vão "aceitar o desafio" do Governo e fazer greve, garantiu à Lusa o secretário-geral da Fenprof, que admite, face os desenrolar das negociações, que a seguir à paralisação os docentes façam "outras coisas".
O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), Mário Nogueira, acusou esta terça-feira o Governo de "um faz de conta" na regularização dos precários do ensino superior, anunciando uma concentração junto à residência do primeiro-ministro ainda este mês.
O Governo prevê que o descongelamento da carreira dos professores custe 1.477 milhões de euros até 2023, mas a Fenprof aponta para uma despesa inferior a 900 milhões de euros, afirmando que a diferença paga metade da recuperação salarial.
O Governo propôs hoje aos sindicatos da educação que os professores recuperem apenas dois anos e 10 meses dos mais de nove anos de tempo de serviço congelado, algo que os docentes consideraram insultuoso e inaceitável, prometendo mais contestação.
O líder da Fenprof, Mário Nogueira, manifestou hoje disponibilidade para analisar propostas do Ministério da Educação, ao dizer que “até à entrega do pré-aviso” da greve dos professores, espera que o Governo “mostre o que quer e ao que vem”.
O líder da Fenprof, Mário Nogueira, criticou hoje a Universidade de Aveiro por se opor à regularização de precários e acusou o Governo de estar “refém das reitorias” ao acompanhar essas posições na avaliação dos requerimentos.
Os professores vão estar em greve entre 13 e 16 de março, confirmaram hoje organizações sindicais do setor em conferência de imprensa junto ao Ministério da Educação, em Lisboa.
A divulgação dos ‘rankings’ das escolas com base nas médias dos exames é “um ritual em desgaste” que simula que procede “de forma séria, pretensamente científica à avaliação das escolas portuguesas”, defendeu a Fenprof em comunicado.
Os professores ameaçam com uma greve na semana de 12 a 16 de março se o Governo não apresentar soluções às suas reivindicações, segundo uma resolução hoje aprovada num plenário em Lisboa.
A Fenprof avisou hoje o Governo que a contestação dos professores não se faz apenas perante más propostas, mas também quando não existe proposta alguma, alertando que os docentes não irão esperar pelo final do ano para se manifestarem.
Os sindicatos da educação reuniram-se hoje para deixar um aviso ao Governo de que "ou honra os compromissos" assinados em novembro, ou os professores entram em luta, e não vão esperar pelo fim do ano para o fazer.
A Fenprof vai propor uma reunião aos restantes sindicatos de professores que assinaram o compromisso negocial com o Governo para delinear o “eventual desenvolvimento de formas de luta convergentes”, por entender que as propostas do executivo desrespeitam o acordo.