A CNN Internacional analisou cerca de 3,5 milhões de páginas dos "ficheiros Epstein", divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA em 2026, e reconstruiu os últimos nove meses de vida de Jeffrey Epstein, desde novembro de 2018 até à sua morte em agosto de 2019.
O Palácio de Buckingham recebeu, em 2020, um arquivo com cerca de 30 mil emails relacionados com os negócios e atividades financeiras de Andrew Mountbatten-Windsor, segundo documentos judiciais agora revelados. Os emails poderiam demonstrar que, enquanto desempenhava funções como enviado especial do
Ghislaine Maxwell, condenada a 20 anos de prisão por conspirar com Jeffrey Epstein na exploração sexual de menores, enviou esta segunda-feira uma mensagem a Donald Trump: se o Presidente lhe conceder perdão, ela compromete-se a limpar o seu nome em relação a qualquer envolvimento com Jeffrey Epstein
Mensagens divulgadas por democratas da Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes mostram que Epstein referiu o presidente norte-americano em trocas de e-mails com Ghislaine Maxwell e o escritor Michael Wolff.
Maria Farmer, a artista que foi a primeira mulher a denunciar Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell por crimes sexuais em 1996, afirmou agora ao New York Times que, já nessa altura, pediu ao FBI que investigasse várias figuras próximas de Epstein – incluindo Donald Trump.