A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, admitiu esta segunda-feira que o Governo está a preparar revisões legislativas e novas portarias com o objetivo de reduzir os tempos de espera nas cirurgias, com particular enfoque na cirurgia cardíaca.
A despesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com cirurgias realizadas fora do horário normal de trabalho aumentou 212 milhões de euros entre 2022 e 2024, atingindo mais de 627 milhões de euros.
A decisão, tomada nos últimos dias pelo Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde, implica a suspensão total de funções com perda integral de vencimento. Miguel Alpalhão já foi formalmente notificado da medida.
O Hospital de Santa Maria, em Lisboa, tem estado a combater uma alegada má gestão na área de Dermatologia. Recentemente, depois de se saber de um médico que recebeu mais de 50 mil euros por uma cirurgia, soube-se que enfermeiros ganharam milhares de euros por cirurgias adicionais.
A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) está a investigar a atividade cirúrgica em produção adicional do ex-presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde Gaia/Espinho (ULSGE), Rui Guimarães, foi esta quarta-feira confirmado.
O plano para recuperação de cirurgias não oncológicas permitiu operar cerca de 400 doentes, reduzindo em 5% o número de utentes que estavam fora do tempo médio de resposta garantido (TMRG), anunciou hoje o Ministério da Saúde.
A Unidade Local de Saúde (ULS) do Oeste realizou mais de 11.900 cirurgias em 2024 e reduziu em 14,5% o número de doentes em lista de espera, divulgou a instituição num balanço do primeiro ano de atividade.
A ministra da Saúde disse hoje que "deixou de haver doentes com cancro à espera de cirurgia acima do tempo medicamente responsável." Quanto às urgências, Ana Paula Martins disse que não pode continuar a haver 17 urgências fechadas num fim de semana, como neste último. "Isto não pode ser" — disse.
O Serviço Nacional de Saúde (SNS) "bateu o recorde de cirurgias" no primeiro semestre deste ano, com mais de 466 mil realizadas, de acordo com a Direção-Executiva (DE-SNS), que revela ainda um "ligeiro aumento" nas listas de espera.
Os Hospitais da Universidade de Coimbra realizam cerca de 200 cirurgias por dia útil, totalizando quase 27 mil intervenções cirúrgicas no primeiro semestre do ano, revelou hoje o presidente da Unidade Local de Saúde (ULS) de Coimbra.
O Governo está a preparar medidas para responsabilizar as administrações dos hospitais pelas suas listas de espera cirúrgicas, anunciou hoje o coordenador do Plano de Emergência da Saúde que o executivo apresentou no fim de maio.
A ministra da Saúde disse hoje que a deputada socialista, Mariana Vieira da Silva, tem razão e que "todos temos os mesmo números" de doentes oncológicos à espera de cirurgia para além do Tempo Máximo de Resposta Garantido.
O cancelamento da atividade programada no Serviço Nacional de Saúde (SNS) devido à pandemia levou a um aumento de mais 45 dias do tempo médio de espera para cirurgia, indicou hoje a Entidade Reguladora da Saúde (ERS).
A Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue (FEPODABES) alertou hoje para a necessidade de mobilização urgente dos dadores, considerando que os últimos dados oficiais apontam para "níveis preocupantes" das reservas de diversos grupos sanguíneos.
A ministra da Saúde realçou hoje que houve um aumento de 450 mil consultas e 40 mil cirurgias, a nível hospitalar, nos primeiros quatro meses do ano, números já próximos dos níveis de 2019, pré-pandemia.
Os hospitais privados efetuaram mais de 15 mil cirurgias a doentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) em 2020, ao abrigo do programa de redução de listas de espera, revelou hoje a Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP).
Dada a situação pandémica, há médicos de outras especialidades que estão descontentes com o facto de alguns cirurgiões estarem em casa, em regime de teletrabalho. "Sobra sempre para uns, outros podem ficar em casa", queixam-se.
O Governo estendeu até final do próximo ano os incentivos pagos aos profissionais de saúde pela recuperação de consultas e cirurgias que ficaram por fazer por causa da pandemia, segundo uma portaria hoje publicada em Diário da República.
Em nove meses, os hospitais públicos fizeram menos 96 mil cirurgias programadas em comparação ao mesmo período do ano anterior. Mas de acordo com projeções do Ministério da Saúde, este número pode chegar a mais de 150 mil cirurgias canceladas.
O acesso aos cuidados de saúde sofreu uma queda acentuada devido aos constrangimentos causados pela pandemia. Ao nível das cirurgias, estima-se que cerca de 242 mil doentes estejam em lista de espera.
A dívida total aos privados das cirurgias feitas no âmbito do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC) ultrapassa os 45 milhões de euros e há procedimentos por faturar desde 2018, segundo a Associação de Hospitalização Privada.
A retoma da atividade cirúrgica não urgente nos hospitais deve ter em consideração a gravidade clínica, o tempo de espera já decorrido e a possibilidade de a cirurgia ser realizada em ambulatório, segundo uma norma da Direção-Geral da Saúde.
A bastonária da Ordem dos Enfermeiros (OE) considerou hoje que a retoma das consultas e cirurgias programadas que foram suspensas devido à covid-19 "impõe que sejam acauteladas e reforçadas as medidas de proteção, de doentes e profissionais".