Dez arguidos foram considerados culpados de assédio online à primeira-dama francesa, através da divulgação de comentários maliciosos e alegações falsas sobre a sua identidade de género. A decisão surge após anos de campanhas difamatórias nas redes sociais.
A primeira-dama francesa, Brigitte Macron, enfrenta uma queixa judicial apresentada por várias organizações, incluindo grupos de defesa dos direitos das mulheres, depois de ter sido filmada a insultar manifestantes feministas num teatro em Paris.
A primeira-dama francesa, Brigitte Macron, gerou polémica esta semana ao referir-se a manifestantes feministas como “sales connes”, expressão que pode ser traduzida como “cabras nojentas”, nos bastidores de um espetáculo de comédia.
Dez pessoas começaram esta segunda-feira a ser julgadas em Paris por assédio online contra Brigitte Macron, num caso que representa o mais recente capítulo de uma longa batalha judicial para travar uma teoria da conspiração que alega falsamente que a primeira-dama francesa nasceu homem e se chama “J
A primeira-dama francesa, Brigitte Macron, avançou com ações civis e criminais na justiça, contra duas mulheres que acusa de espalharem notícias falsas ‘online’, onde alegavam que a mulher de Emmanuel Macron era transgénero.