Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou o resgate de um dos três portugueses dados como desaparecidos no Nepal. Duas mulheres continuam sem ser localizadas.
A polícia do Nepal emitiu esta sexta-feira um alerta de inundação depois de ter sido informada de que um lago formado no território chinês do Tibete rompeu, aumentando o risco de novas cheias e deslizamentos de lama na região.
As enxurradas que atingiram, ontem, a região transfronteiriça entre o Nepal e a China provocaram mais de 350 mortos. As autoridades nepalesas indicam que há 826 desaparecidos, entre os quais 529 turistas, enquanto as autoridades chinesas apontam para 558 pessoas desaparecidas, totalizado 1.384.
Na sequência das "trágicas da forte enxurrada", o presidente da República portuguesa, António José Seguro, "envia as condolências" ao seu homólogo do Nepal e espera "informação sobre a situação de cidadãos portugueses eventualmente afetados".
Dois portugueses estão entre os desaparecidos na sequência de um deslizamento de um enorme bloco de gelo, que provocou cheias torrenciais e sismos, nas zonas fronteiriças do Nepal e do Tibete, na China. Para já, existem pelo menos 157 mortos e várias centenas de pessoas desaparecidas. Casas, estrada
Um homem morreu na quinta-feira após se ter imolado junto à sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. A polícia abriu uma investigação e, até ao momento, não revelou qualquer motivo para o ato.
O Dalai Lama, que completará 90 anos no domingo, afirmou neste sábado que sonha viver por várias décadas a mais, numa cerimónia na qual rezou com milhares de tibetanos exilados na Índia.
Os mais altos lamas das diferentes escolas do budismo tibetano iniciam hoje, em Dharamshala, uma conferência de três dias convocada pelo Dalai-lama para discutir o futuro da sua sucessão, na véspera do seu 90.º aniversário.
As autoridades da China anunciaram hoje terem registado mais de 500 réplicas após o terramoto de magnitude 6,8 ocorrido na terça-feira na região do Tibete, no oeste do país, que matou 126 pessoas.
O líder religioso tibetano Dalai Lama e a Rússia manifestaram hoje pesar pelo forte terramoto na região dos Himalaias do Tibete, no sudoeste da China, que matou pelo menos 95 pessoas e causou grandes danos.
O número de mortos causado pelo terramoto que atingiu hoje a cordilheira dos Himalaias subiu para 95 no Tibete, no sudoeste da China, de acordo com um novo balanço das autoridades locais.
O número de mortos causado pelo terramoto que atingiu hoje a cordilheira dos Himalaias subiu para 53 no Tibete, no sudoeste da China, de acordo com um novo balanço das autoridades locais.
As autoridades da China anunciaram hoje a recente descoberta de 20 milhões de toneladas de cobre no planalto tibetano, o que pode tornar a região numa fonte crucial daquele minério.
Perante o fervor de centenas de pessoas, o Dalai Lama, líder espiritual tibetano de 88 anos, chegou neste domingo a Nova Iorque, onde deve submeter-se a um tratamento aos joelhos, comprovou a AFP.
Manifestantes juntaram-se hoje em Paris para protestar contra a visita do Presidente chinês, Xi Jinping, a França, um "país de direitos humanos" que acolhe "um ditador".
Desde 1950, quando ocupou o Tibete, a República Popular da China tem feito o possível para erradicar a cultura do país e a religião budista, perante a impotência do resto do mundo. O processo aproxima-se da conclusão.
São raros, mas esta quarta-feira eclodiram em larga escala no Tibete. Falamos dos protestos contra o bloqueio, que dura há quase três meses, para conter as infeções de Covid-19.
O Presidente chinês fez uma rara visita ao Tibete, numa altura em que as autoridades reforçam o controlo sobre a cultura budista tradicional e impulsionam o desenvolvimento económico e modernização das infraestruturas da região dos Himalaias.
O chefe do governo tibetano no exílio disse hoje que Hong Kong está em vias de conhecer o mesmo destino que o Tibete com a aplicação da nova lei de segurança nacional imposta por Pequim.
O monge tibetano no exílio Thubten Wangchen vai visitar até novembro 30 países europeus e traçou dois grandes objetivos: quebrar o silêncio internacional sobre o Tibete e pedir apoio para a promoção de um "diálogo verdadeiro" com a China.
Os tibetanos apoiam os manifestantes pró-democracia que nos últimos três meses têm ocupado diariamente as ruas de Hong Kong, garantiu Thubten Wangchen, membro do parlamento tibetano no exílio, frisando que o caráter pacífico dos protestos tem de prevalecer.
Uma organização de defesa dos direitos humanos pediu hoje às autoridades chinesas a libertação imediata de vários monges tibetanos e outros críticos pacíficos presos desde os distúrbios de 2008 no Tibete.
O embaixador dos Estados Unidos na China desloca-se esta semana ao Tibete, na primeira visita em quatro anos, já que o acesso à região é altamente controlado para diplomatas e jornalistas estrangeiros, foi hoje anunciado.