O empresário Carlos Santos Silva, considerou hoje que a acusação da Operação Marquês assenta em prova proibida e ilegal, que o Ministério Público tentou fazer um acordo “manhoso” com o arguido e utilizou a delação premiada com Helder Bataglia.
As alegações da defesa no debate instrutório da Operação Marquês são hoje retomadas em tribunal com a apresentação dos argumentos de Carlos Santos Silva, amigo do ex-primeiro-ministro José Sócrates, que é o principal arguido no processo.
O advogado de Zeinal Bava na Operação Marquês esclareceu hoje que os 6,7 milhões de euros dos 25,2 milhões transferidos pela empresa ESI não é parte que o ex-administrador da PT tenha direito a receber.
A defesa de Zeinal Bava negou hoje, em tribunal, que o ex-administrador da PT atuasse em conluio com o banqueiro Ricardo Salgado para beneficiar os interesses do BES, designadamente no fracasso da OPA da Sonae à empresa.
A defesa de Rui Mão de Ferro, sócio de Carlos Santos Silva, ambos arguidos na Operação Marquês, negou hoje que tenha tido comportamentos censuráveis ou criminosos, justificando que os atos que praticou foram de mera gestão.
O advogado de Henrique Granadeiro refutou hoje no debate instrutório da Operação Marquês a existência de um plano entre o presidente do conselho de administração da PT e o ex-banqueiro Ricardo Salgado para beneficiar o Grupo Espírito Santo (GES).
O advogado de Sofia Fava disse hoje que a ex-mulher de José Sócrates é uma "turista acidental" na Operação Marquês e que a acusação não tem indícios que comprovem o branqueamento de capitais e a falsificação de documentos.
O advogado de defesa de Bárbara Vara alegou hoje, no debate instrutório da Operação Marquês, que não pode ser imputado qualquer benefício à arguida e que era o pai quem movimentava o dinheiro que tinham na conta bancária.
O procurador do processo Operação Marquês alegou hoje em tribunal que o Ministério Público (MP) goza de autonomia para escolher o órgão de polícia criminal "com quem vai trabalhar" nas investigações.
O procurador do Ministério Público Rosário Teixeira considerou hoje não ter havido qualquer irregularidade na distribuição manual do inquérito da Operação Marquês ao juiz Carlos Alexandre, do Tribunal Central de Instrução Criminal, em setembro de 2014.
O debate instrutório do processo Operação Marquês foi adiado de quarta-feira para hoje devido ao interrogatório do antigo primeiro-ministro e arguido José Sócrates e está marcado para as 14:00 com as alegações do procurador do Ministério Público Rosário Teixeira.
O antigo primeiro-ministro José Sócrates criticou hoje, mais uma vez, o Ministério Público por ter construído a acusação da Operação Marquês sem apresentar provas e agora estar à espera que sejam os arguidos “a provar que não é verdade”.
O juiz Ivo Rosa afirmou hoje em tribunal que o sorteio eletrónico da distribuição do processo Operação Marquês ao magistrado que dirige a fase de instrução foi “totalmente aleatória” e não padeceu de quaisquer erros. Entretanto, o início do debate instrutório d foi adiado para quinta-feira, devido à
O ex-primeiro-ministro José Sócrates alegou hoje que a distribuição do inquérito Operação Marquês, em que é arguido, foi manipulada, de forma “ilegal e manual”, em setembro de 2014, com violação do princípio do juiz natural.
O antigo primeiro-ministro José Sócrates vai hoje prestar novas declarações na instrução do processo Operação Marquês, depois de ter sido chamado a depor pelo juiz Ivo Rosa, que tinha programado para hoje o início do debate instrutório.
O antigo primeiro-ministro José Sócrates foi chamado pelo juiz Ivo Rosa para prestar declarações no processo Operação Marquês na quarta-feira, o que fará atrasar o início do debate instrutório, disse hoje à Lusa fonte judicial.
O juiz de instrução da Operação Marquês quer aumentar o número de crimes de fraude fiscal de José Sócrates e a outros arguidos e mudar a moldura penal relativamente a Zeinal Bava e Ricardo Salgado.
O ex-administrador do Grupo Lena Joaquim da Conceição foi hoje inquirido, como testemunha, mais de sete horas e disse que o grupo de Leiria nunca subornou José Sócrates, o principal arguido da Operação Marquês, segundo fonte ligada ao processo.
José Paulo Pinto de Sousa, primo de José Sócrates e arguido na Operação Marquês, afirmou hoje ao juiz que era dono do dinheiro que o Ministério Público diz pertencer ao antigo primeiro-ministro, segundo fonte ligada ao processo.
José Paulo Pinto de Sousa, primo do antigo primeiro-ministro José Sócrates e arguido no processo Operação Marquês, escusou-se hoje a falar aos jornalistas à entrada para a sua inquirição na fase de instrução do caso.
O início do debate instrutório da Operação Marquês, que estava previsto para o fim de janeiro de 2020, foi adiado para 4 de março do próximo ano, disse à agência Lusa fonte ligada ao processo.
O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) autorizou a utilização na Operação Marquês dos depoimentos do banqueiro e arguido Ricardo Salgado, prestados nos processos Monte Branco e Universo GES/BES, contestando a decisão do juiz Ivo Rosa.
A antiga ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues disse esta terça-feira, à saída do tribunal, onde depôs como testemunha de José Sócrates, que não foi pressionada pelo ex-primeiro-ministro e que espera ter esclarecido tudo perante o juiz.