Um documentário recente da BBC mostra admiravelmente como em menos de dois séculos Londres deixou de ser uma capital exclusivamente branca para se tornar uma metrópole global, multicolor, multirracial, onde convivem umas 50 culturas e mais de 100 línguas. É uma Babilónia moderna, numa cidade toleran
A candidata da extrema-direita francesa Marine Le Pen afirmou este domingo que se for eleita presidente da França a União Europeia (UE) "vai morrer", porque "as pessoas já não a querem".
O segundo vídeo de campanha da candidata presidencial Marine Le Pen é perigosamente eficaz, é perigosamente aliciante para quem, afinal, parece dizer que apenas quer ter os seus direitos garantidos.
O ex-ministro da Economia Emmanuel Macron, que disputa as presidenciais francesas deste ano, superou, pela primeira vez, a candidata de extrema-direita Marine Le Pen nas sondagens. A primeira volta das eleições acontece a 23 de abril.
A candidata presidencial da extrema-direita francesa Marine Le Pen recusou-se a cumprir convocatória para se apresentar perante os magistrados, no âmbito de investigação relacionada com uso indevido de dinheiros atribuídos pelo Parlamento Europeu.
Em causa está a publicação, na sua conta da rede social Twitter, de três fotos de execuções do auto-proclamado Estado Islâmico, incluindo uma da decapitação do jornalista americano James Foley.
A candidata de extrema-direita à presidência francesa, Marine Le Pen, disse querer fortalecer o Estado contra a imigração, a globalização e a União Europeia (UE), numa reunião em Nantes, marcada por protestos de opositores.
Cerca de 2.200 pessoas desfilaram no centro de Nantes, oeste de França, para protestar contra a visita da líder da extrema-direita francesa e candidata presidencial Marine Le Pen à cidade, agendada para domingo.
O candidato da direita às presidenciais francesas, François Fillon, recuperou o segundo lugar nas sondagens, ultrapassando o liberal independente Emmanuel Macron, pela primeira vez desde o escândalo de alegado desvio de fundos públicos.
Marine Le Pen, candidata da extrema-direita às presidenciais francesas, recusou-se a usar o véu imposto às mulheres no encontro com o mufti de Beirute. Le Pen encontra-se de visita ao Líbano desde domingo.
A candidata da extrema-direita francesa às presidenciais, Marine Le Pen, desmentiu esta sexta-feira ter reconhecido o emprego fictício do seu guarda-costas como assistente parlamentar europeu, contradizendo um relatório do organismo antifraude da União Europeia divulgado por dois media franceses.
Aumenta a pressão para o candidato às presidenciais francesas François Fillon, que é suspeito de um escândalo de corrupção. Agora, a Procuradoria Nacional Financeira garante que vai prosseguir com a investigação.
Tudo indica que o partido antieuropeu e hostil à entrada de imigrantes, liderado por Geert Wilders, vai ser o mais votado nas eleições legislativas, daqui a um mês, na Holanda. Em França, Marine Le Pen vai celebrar e clamar que é a revolução nacionalista a avançar pela Europa. Em 23 de abril, a líde
A candidata da extrema-direita às presidenciais francesas, Marine Le Pen, apresentou-se este domingo como a "candidata do povo", que vai "pôr a França primeiro", num discurso em Lyon (centro-leste) de lançamento da sua campanha.
O que não falta na Europa são partidos nacionalistas. Há quem lhes chame de extrema-direita – o que é discutível, em alguns casos. Mas são forças do lado mais conservador do espectro politico, contrários à União Europeia, ou aos aspectos mais importantes dos actuais acordos europeus, como a moeda ún
Marine Le Pen, líder da extrema-direita francesa, disse este sábado num congresso de partidos populistas na Alemanha, que prevê uma revolta eleitoral dos povos europeus em 2017, após o 'Brexit' e a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos.
A líder da Frente Nacional, partido de extrema-direita em França, foi vista na Trump Tower, em Nova Iorque, local de residência do presidente-eleito. No entanto, a comitiva de Donald Trump diz que não houve nenhum encontro. A equipa de Le Pen colmatou: "tirou dois dias para descansar"
Este 2017 entra-nos com aviso de safadezas, mas o ano até pode safar-se. A certeza de avanços revolucionários da ciência, designadamente para eliminar doenças, a confiança na efervescência dos criadores culturais e a esperança na energia das pessoas que recusam o fatalismo e fazem o mundo avançar te
A sombra de Trump pairou sobre estas primárias da direita francesa. Nem Fillon nem Juppé se atreveram a elogiar ou defender o fenómeno americano, mas consideraram que há uma onda conservadora internacional que os favorece. Ontem a direita votou e escolheu o seu candidato presidencial e é Fillon quem
François Fillon, em primeiro, e Alain Juppé, em segundo, seguem para uma segunda volta no próximo domingo. Nicolas Sarkozy já admitiu a derrota e anunciou a retirada da vida política.
Os franceses escolhem este domingo qual será o candidato de centro-direita a disputar as presidenciais do próximo ano. No total, há seis homens e uma mulher na corrida, entre os quais o ex-presidente Nicolas Sarkozy, e os ex-primeiros ministros Alain Juppé e François Fillon. Um destes três homens de
O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, considerou hoje que "é possível" Marine Le Pen, candidata do partido de extrema-direita Frente Nacional, ganhar as presidenciais de 2017 em França, impulsionada pela vitória de Donald Trump nos EUA.