O número de vítimas civis registadas nos primeiros cinco meses deste ano na Ucrânia chegou a 5.144, incluindo 859 mortos e 4.285 feridos, um total 47% superior ao do mesmo período de 2024, indicou hoje a ONU.
Mais de cem organizações europeias exigem a suspensão do acordo de associação entre a União Europeia (UE) e Israel devido ao “reiterado incumprimento” por este Estado da “obrigação de respeitar os direitos humanos e os princípios democráticos”.
Governo iraniano manifestou hoje disponibilidade para voltar ao diálogo sobre o seu programa nuclear se Israel cessar os seus ataques, após um encontro em Genebra, na Suíça, com as diplomacias britânica, francesa e alemã.
O Presidente russo, Vladimir Putin, admitiu hoje estar "muito preocupado" com a possibilidade de uma terceira guerra mundial devido aos conflitos no Irão e na Ucrânia e, ao mesmo tempo, que reivindicou a posse deste país vizinho.
Israel terá violado o acordo de associação com a União Europeia, especificamente o Artigo 2.º, sobre as obrigações de respeitar os direitos humanos, com a sua atuação na Faixa de Gaza, segundo um documento da diplomacia comunitária hoje conhecido.
A Casa Branca afirmou hoje que o Irão tem capacidade para montar uma bomba nuclear em "quinze dias" se o líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei, der a ordem.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai tomar uma decisão sobre uma eventual intervenção norte-americana no Irão "nas próximas duas semanas", anunciou hoje a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em conferência de imprensa.
A violência sexual ligada à guerra na Ucrânia está subestimada, nomeadamente a sofrida por homens, muitos dos quais guardam silêncio com medo de serem estigmatizados, indica um relatório hoje divulgado.
O Presidente russo, Vladimir Putin, defendeu hoje que os ataques israelitas a Teerão apenas "consolidam" o apoio da população iraniana à República Islâmica, e argumentou que pode ser negociada uma "solução" vantajosa para ambas as partes.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, agradeceu hoje ao Presidente norte-americano, Donald Trump, pelo seu apoio na "defesa dos céus de Israel", ao mesmo tempo que elogiou os ataques "com uma enorme força" contra o Irão.
Um novo alerta devido ao lançamento de mísseis iranianos em direção a Israel levou as autoridades deste país a ordenarem à população, sobretudo de cidades do norte, que procure abrigo.
A escalada de violência do conflito entre Israel e o Irão com tendência para aumentar depois de ameaças dos dois lados de intensificar os ataques. A guerra entre Israel e o Irão foi desencadeada na madrugada de 13 de junho por bombardeamentos israelitas contra instalações militares e nucleares irani
A Guarda Revolucionária do Irão, guardiã do regime islâmico, anunciou o lançamento de ataques contra Israel "ininterruptamente até ao amanhecer", com Telavive a confirmar o alerta e que os seus sistemas defensivos estão a operar.
O primeiro-ministro israelita afirmou hoje que os bombardeamentos contra o Irão atrasaram o programa nuclear iraniano "por muito, muito tempo" e defendeu que a ofensiva militar em curso vai "mudar a face do Médio Oriente".
O porta-aviões norte-americano Nimitz, que navegava no mar do Sul da China, rumou hoje para oeste, em direção ao Médio Oriente, em pleno conflito entre Israel e o Irão, indicam dados do 'site' Marine Traffic.
O Irão lançou hoje a sétima vaga de ataques contra Israel, fazendo soar o alarme no norte e no centro do país, mas o exército israelita afirmou ter intercetado a maioria dos mísseis, enquanto atacava Teerão.
Pelo menos 128 pessoas morreram no Irão, e cerca de 900 ficaram feridas em ataques israelitas na sexta-feira e no sábado, disse o Ministério de Saúde iraniano.
Pelo menos 31 pessoas foram mortas e 55 ficaram feridas hoje em ataques israelitas à província iraniana do Azerbaijão Oriental, noticiou a comunicação social iraniana.
O primeiro-ministro de Israel afirmou hoje que o exército israelita vai atacar "todos os locais do regime" no Irão, acrescentando que os ataques desferiram um "golpe duro ao programa" nuclear da República Islâmica.
O Governo de Omã anunciou hoje que as negociações, previstas para domingo, entre os Estados Unidos e o Irão sobre o programa nuclear de Teerão, "não vão acontecer agora", após os ataques de Israel contra a República Islâmica.
Pelo menos 20 pessoas morreram hoje e mais de 170 ficaram feridas na Faixa de Gaza, em ataques israelitas perto de centros de distribuição de ajuda humanitária, disseram fontes médicas.
A chefe da diplomacia europeia sublinhou hoje, junto do Governo iraniano, que a UE "sempre foi clara" na posição de que Teerão não deve ter armas nucleares.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje a União Europeia como parceiro essencial para a paz no espaço alargado que a circunda e apelou à Rússia para que volte ao concerto das nações.