Os alunos do 9.º ano realizaram hoje a primeira das duas provas finais do ensino básico, mas a avaliação foi dificultada por várias falhas na plataforma digital utilizada, segundo relatos das escolas.
Os alunos do 9.º ano realizam hoje a primeira das duas provas finais do ensino básico que, pela primeira vez vão ser feitas em formato digital, desafio para o qual as escolas dizem estar preparadas.
A época de exames nacionais começa hoje com mais de 160 mil alunos do 11.º e 12.º anos inscritos para realizarem até ao final do mês as provas que permitem concluir o ensino secundário e concorrer ao superior.
A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) defendeu hoje a revisão dos critérios dos classificadores das provas nacionais, que começam terça-feira, e o aumento destes docentes, limitando a análise a 25 provas por professor.
Os estudantes do ensino secundário têm até ao final do dia de hoje para se inscreverem na primeira fase dos exames nacionais, que arrancam a partir de 17 de junho.
Já é possível fazer a inscrição para a primeira fase dos Exames Nacionais do Ensino Secundário, sendo que as mesmas estão abertas até ao dia 19 de março, e de 15 a 16 de julho para a segunda fase.
Perto de 23 mil provas da segunda fase dos exames finais nacionais, para as quais havia cerca de 25 mil inscritos, foram realizadas hoje, divulgou o Júri Nacional de Exames (JNE).
Cerca de 27 mil alunos já se inscreveram na segunda fase dos exames nacionais, informou hoje o Ministério da Educação, Ciência e Inovação, que assegura que a plataforma onde são feitas as inscrições está a funcionar sem constrangimentos.
Os resultados dos exames nacionais realizados por cerca de 156 mil alunos do ensino secundário são conhecidos hoje, tendo os estudantes dois dias para se candidatar à 2.º fase, caso o pretendam fazer.
As escolas públicas com melhores resultados médios nos exames nacionais situam-se maioritariamente no norte do país, com a mais bem classificada em 39.º lugar de uma tabela liderada pelo Colégio Efanor, em Matosinhos.
Os exames nacionais do ensino secundário começam hoje com a prova de Português do 12.º ano, a disciplina com mais alunos inscritos, e a de Mandarim para os estudantes do 11.º ano.
No Liceu Pedro Nunes, em Lisboa, existe um novo código de vestuário: não é permitido usar decotes excessivos, calções curtos ou chinelos. Apesar da associação de pais concordar, há encarregados de educação e alunos que criticam a medida.
O Conselho Nacional da Educação (CNE) sugeriu, numa recomendação divulgada hoje, substituir os exames nacionais por projetos semelhantes às provas de aptidão realizadas em cursos profissionais e artísticos.
As inscrições para a realização dos exames nacionais dos alunos do ensino secundário que queiram candidatar-se ao ensino superior começam esta segunda-feira, 26 de fevereiro.
As inscrições para a realização dos exames nacionais dos alunos do ensino secundário que queiram candidatar-se ao ensino superior começam na segunda-feira, segundo um despacho publicado hoje em Diário da República.
O ministro da Educação revelou hoje que alunos do secundário vão experimentar previamente as plataformas dos exames nacionais digitais, provas que terão em conta o tempo necessário para resolver itens naquele formato.
A Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) elogiou hoje a prova final da disciplina do 9.º ano, considerando-a "equilibrada, bem estruturada" e com "um nível de complexidade adequado".
A média nacional de todos os exames do secundário manteve-se praticamente inalterada em relação ao ano anterior, mas houve disciplinas com oscilações superiores a um valor, como Português e Biologia ou Matemática A e Físico-Química.
O desempenho dos alunos do 9.º ano nas provas finais de Português e Matemática de 2022 piorou em relação às notas antes da pandemia de covid-19, passando de uma média nacional positiva para negativa.
Os alunos estão a reprovar cada vez menos em todos os ciclos, mas continua a ser no ensino secundário que enfrentam maiores dificuldades com apenas 77% a conseguirem chegar ao final nos três anos esperados.
Os colégios privados atribuíram 20 valores em disciplinas com exame a quase tantos alunos como as escolas públicas, apesar de estas representarem quase seis vezes mais no universo dos estabelecimentos de ensino.