O Governo recordou que existem diversas entidades com apoios para dar resposta aos cidadãos afetados pelo mau tempo que se tem feito sentir nos últimos dias. Saiba tudo aqui.
O Governo prolongou até 1 de fevereiro o estado de calamidade em 60 municípios afetados pela tempestade, numa área que abrange Mira, Lourinhã/Torres Vedras e Idanha. A decisão surge face aos danos registados e à previsão de nova precipitação e risco de cheias nos próximos dias.
Ainda em Conselho de Ministros, o Executivo avançou também que o primeiro-ministro vai visitar as zonas afetadas de Leiria e Coimbra com o objetivo de acompanhar no terreno a situação, avaliar os prejuízos causados pela tempestade e coordenar respostas com as autoridades nacionais e locais.
A Câmara de Ferreira do Zêzere solicitou ao Governo a declaração de estado de calamidade no concelho, na sequência dos danos provocados pela passagem da depressão Kristin, tornando-se o terceiro município a fazê-lo, depois de Leiria e da Nazaré.
O primeiro ministro justificou as novas medidas decretadas esta quarta-feira, que incluem a recomendação do uso de máscara na via pública e a possibilidade de tal vir a ser obrigatório, com a necessidade de dar “um abanão na sociedade” para que se alterem comportamentos.
O Governo Regional dos Açores decidiu prolongar o estado de calamidade nas ilhas de São Miguel e Terceira até 15 de junho, devido à covid-19, mas autorizou a retoma gradual das ligações aéreas e marítimas interilhas.
Quase dois terços dos portugueses consideram "totalmente adequada" a opção pelo estado de calamidade para lidar com a crise pandémica da covid-19, segundo um estudo da Eurosondagem hoje divulgado.
Mais de 170 estabelecimentos comerciais foram encerrados, oito pessoas foram detidas e 42 multadas por não usarem máscara nos transportes públicos nos primeiros dias de situação de calamidade devido à covid-19, foi hoje anunciado.