O novo ano letivo traz algumas alterações para os alunos, nomeadamente no uso de telemóveis e no calendário do ensino secundário. Este ano, as aulas do secundário começam apenas a 21 de setembro, devido à época extraordinária dos exames nacionais.
Associação de diretores considera que seria "prudente" alargar ao 7.º, 8.º e 9.º anos a decisão já tomada para o ensino secundário devido aos atrasos provocados pela correção dos exames nacionais.
Os docentes vinculados ao Ministério de Educação que frequentam mestrados em Ensino acumulam horário completo com estágio noutras escolas. Sindicato denuncia sobrecarga e pede valorização.
O movimento estudantil junta-se a associações e sindicatos de diretores e professores que defendem o fecho antecipado das escolas do pré-escolar e 1.º ciclo e o adiamento dos exames nacionais devido às elevadas temperaturas.
O ministro da Educação, Fernando Alexandre, disse hoje, em Bruxelas, ter pedido uma auditoria para esclarecer os diferentes números que recebeu sobre o número de alunos sem aulas no último ano letivo (2023-2024).
A IL requereu hoje a audição urgente do ministro da Educação, após o governante ter reconhecido que os números em que se baseou para avançar que havia menos 90% de alunos sem aulas não são fiáveis.
O Líbano decretou a suspensão das aulas presenciais na capital Beirute e nos arredores na segunda-feira, anunciou este domingo o Ministério da Educação, após uma série de bombardeamentos israelitas.
O secretário-geral do PS acusou hoje o Governo de manipular os números dos alunos sem aulas para "mascarar o insucesso da sua política", considerando "verdadeiramente importante" os 41 mil alunos sem professor ou aulas a uma disciplina "neste momento".
Durante mais de 30 anos, Paula Pinto Pereira deu aulas sem habilitações literárias. A mulher, que alega ter concluído uma licenciatura, um mestrado e um doutoramento, contesta a sua expulsão do ensino no ano letivo passado.
Fernando Alexandre não adiantou o número de professores em falta, mas admitiu "precisamos de mais uns milhares de professores, que são aqueles que estão em falta".
O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) desafiou hoje o Governo a celebrar o início das aulas em escolas como a da Trafaria, situada “em frente a uma lixeira” e com alunos que “passam frio no inverno”.
O secretário-geral, Pedro Barreiros, considera "manifestamente pouco" a atribuição de 150 euros a professores que tenham que realizar 71 km para chegar à escola, e demonstra-se incrédulo com o valor atribuído aos professores que realizam 200 km.
Em Itália, vários sindicatos e associações pedem ao Ministro da Educação, Giuseppe Valditara, que altere o calendário escolar. Em causa está o aumento das temperaturas, mas as famílias mostram-se contra.
O ministro da Educação admitiu hoje que o próximo Orçamento do Estado poderá contemplar apoios para atrair mais docentes para as escolas de Lisboa e do Algarve, caso continuem a ser zonas com mais casos de alunos sem aulas.
As escolas de ensino artístico especializado continuam sem saber quantos novos alunos poderão receber em setembro, porque o concurso que financia estes estudantes está atrasado, mas garantem que "ninguém ficará sem aulas".
Os professores do primeiro ciclo têm uma carga letiva muito superior à dos colegas, num modelo de ensino que prejudica também as crianças que passam demasiado tempo fechados na sala de aula, alertou hoje a Fenprof.
O segundo período do ano letivo arranca hoje, mas muitos alunos poderão não regressar ainda às aulas devido à realização de greves de professores, que se prolongam durante todo o mês de janeiro.
As turmas do próximo ano letivo têm praticamente todos os professores atribuídos, anunciou hoje o ministro da Educação, que apontou a disciplina de Informática como a mais problemática.
As escolas podem renovar os contratos com os professores chamados no ano letivo passado para horários incompletos e o processo para preencher lugares vazios será agora mais rápido.
Sindicatos de professores pediram hoje que o Ministério da Educação permita às escolas completar também os horários já ocupados, à semelhança daqueles que vão agora a concurso, para evitar situações de desigualdade entre os docentes.
O segundo período do calendário escolar termina esta sexta-feira e a Fenprof calcula que 28 mil alunos ainda não tenham todos os professores. A situação é mais grave em Lisboa e Setúbal, mas afeta mais distritos.
O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Lacerda Sales, afirmou hoje que as aulas vão ser retomadas a 10 de janeiro, afastando a hipótese de serem adiadas devido ao aumento de casos de covid-19.
A falta de professores também já está a pressionar os colégios. Entre as disciplinas mais críticas estão a matemática, físico química, informática e inglês. Por essa razão, a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP) vai pedir uma reunião urgente ao Ministério da Educa