O presidente deposto, Nicolás Maduro, contratou o advogado de defesa criminal, Barry Pollack, que representou Julian Assange, fundador do Wikileaks e que foi processado pela divulgação de documentos confidenciais.
O ex-adjunto da ex-ministra da Justiça, Catarina Sarmento e Castro, mantinha funções como assistente convidado na Faculdade de Direito (FDUL). O advogado confessou ter abusado sexualmente de duas crianças portuguesas depois de buscas feitas à sua casa e à sociedade de advogados onde trabalhava.
De acordo com um relatório, Justin Welby tomou conhecimento das agressões físicas e abusos sexuais de menores, por parte do advogado John Smyth, em 2013.
Os primeiros processos apresentados pelo advogado Vítor Carreto no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH), em 2004, foram rejeitados, mas desde então somou vitórias que valeram condenações do Estado português e mais de 500 mil euros em indemnizações.