Com a guerra do Irão, a capacidade de defesa da Europa e da NATO foi de novo sujeita a teste. Depois de décadas de desinvestimento nas Forças Armadas, a guerra da Ucrânia apanhou-nos com as calças na mão e a do Irão veio mostrar o rabo de fora.
Não se compreende, e menos ainda se aceita, que o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal não tome uma posição firme relativamente ao embaixador da Rússia.