Os sete arguidos do processo de Tancos que estão em prisão preventiva vão ser libertados por indicação do juiz de Carlos Alexandre, que adiou ‘sine die’ a fase de instrução devido à pandemia da covid-19.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que no caso de Tancos, "é ainda mais importante” que a culpa “não morra solteira”, advogando que “não é possível tratar como normal o que não é normal”.
A advogada de Amândio Marques, ex-diretor da Direção de Investigação Criminal (DIC) da GNR e arguido no processo de Tancos, disse hoje que ficou satisfeita com o depoimento do diretor da PJ, do diretor adjunto e do procurador Vítor Magalhães.
O diretor da Polícia Judiciária, Luis Neves, o diretor adjunto da PJ e o procurador Vítor Magalhães, um dos responsáveis pela acusação do caso do furto e recuperação das armas de Tancos vão hoje ser ouvidos como testemunhas.
O primeiro-ministro considerou hoje "curioso" que, no âmbito do processo sobre Tancos, a notificação ao Conselho de Estado para depor tenha quase dez dias de antecedência face à entrada do ofício no Palácio de Belém.
O ex-diretor de investigação criminal da GNR Amândio Marques disse hoje em tribunal desconhecer qualquer pacto de silêncio com a Polícia Judiciária Militar que envolvesse a colaboração na investigação do furto das armas de Tancos.
O juiz Carlos Alexandre, que dirige a fase de instrução do processo de Tancos, quer que o Ministério Público junto do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) avalie a divulgação na página oficial do Governo do depoimento escrito do primeiro-ministro.
O antigo porta-voz da Polícia Judiciária Militar (PJM) e arguido no processo de Tancos, major Vasco Brazão, prescindiu de prestar declarações que estavam marcadas para segunda-feira, na fase de instrução.
O juiz Carlos Alexandre, que dirige a fase de instrução do processo de Tancos, pediu hoje ao Ministério Público para se pronunciar sobre a divulgação na página oficial do Governo do depoimento escrito do primeiro-ministro.
O primeiro-ministro disse ter estranhado a colaboração da GNR de Loulé na recuperação das armas de Tancos “devido à distância” com o local da operação, mas admitiu poder tratar-se de uma operação conjunta em diversas localidades.
O ex-ministro Azeredo Lopes diz que não viu e apenas foi informado de “aspetos do conteúdo” do memorando sobre a recuperação das armas de Tancos, e que o seu chefe de gabinete nunca detetou relevância criminal no documento.
O primeiro-ministro assegurou hoje que nunca falou com a Casa Militar da Presidência sobre a investigação do furto e recuperação de armas de Tancos, mas que manteve Marcelo Rebelo de Sousa informado.
O primeiro-ministro, António Costa, já respondeu por escrito na qualidade de testemunha do ex-ministro da Defesa e arguido do caso de Tancos Azeredo Lopes, por decisão do juiz Carlos Alexandre que lhe formulou 100 perguntas.
O arguido António Laranjinha, acusado do furto das armas de Tancos juntamente com o ex-fuzileiro e também arguido João Paulino, remeteu-se hoje ao silêncio durante a sessão de interrogatório da instrução do processo.
O advogado do ex-ministro da defesa Azeredo Lopes disse hoje que o ex-governante respondeu ao pormenor a todas as perguntas que lhe foram feitas, num longo interrogatório, na fase de instrução do processo de Tancos.
O juiz de instrução do processo de Tancos manifestou-se hoje perplexo com as versões divergentes sobre o caso do furto e recuperação das armas e esperava que o ex-ministro da Defesa e arguido Azeredo Lopes desempatasse.
O advogado do ex-ministro da Defesa Azeredo Lopes revelou hoje, à entrada do tribunal, que ponderou chamar o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, a depor como testemunha do processo Tancos.
O ex-ministro da Defesa Azeredo Lopes é hoje interrogado, a seu pedido, na fase de instrução do processo de Tancos, no qual é acusado de denegação de justiça, prevaricação, favorecimento pessoal praticado por funcionário e abuso de poder.
Paulo Lemos, o arrependido que chegou a ser arguido no caso de Tancos, nega ter sido pago pela Polícia Judiciária para funcionar como agente encoberto e diz que fez todos os possíveis para evitar o assalto aos paióis.
Paulo Lemos, conhecido como “Fechaduras” e que chegou a ser arguido no caso de Tancos, vai ser inquirido hoje na fase de instrução do processo, que decorre no tribunal de Monsanto.
O juiz de instrução Carlos Alexandre quer saber se o primeiro-ministro, António Costa, falou com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ou com algum elemento da Casa Militar da Presidência sobre a investigação ao furto de Tancos.
O ex-chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Pina Monteiro, o atual e o embaixador Almeida Sampaio testemunharam hoje no processo de Tancos sobre as consequências que o furto das armas teve para a imagem de Portugal.
O ex-chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Pina Monteiro é ouvido hoje na instrução do caso do furto e recuperação das armas de Tancos, como testemunha do ex-ministro da Defesa e arguido Azeredo Lopes.