A decisão do referendo no Reino Unido veio agitar ainda mais as águas numa Europa em dias de tempestade. Fique a saber as reações dos vários líderes europeus, o que se diz em Portugal e o que dizem os líderes fora da Europa.
Enquanto as sondagens se revelam inconclusivas na definição de um vencedor claro no referendo britânico sobre a continuidade na União Europeia, as casas de apostas britânicas não têm dúvidas. O "stay" vai ganhar.
Hoje é o dia. Hoje vamos saber se a Grã-Bretanha vai fazer desmoronar a União Europeia - ou se, não a desfazendo, a vai deixar ferida, enquanto o país recupera da explosão programada que criou no reino de vários reinos…
Os mercados operam em alta e antecipam a vitória da permanência do Reino Unido na União Europeia no referendo da próxima quinta-feira. Entretanto, dez vencedores do Nobel de Economia pronunciaram-se contra o Brexit.
A decisão de dia 23, no Reino Unido, chegou às cervejas. Uma cervejaria britânica criou três variedades, segundo as preferências dos clientes em relação ao Brexit.
Como autor dos livros que inspiraram a série de TV "House of Cards", Michael Dobbs demonstrou conhecer o pior da política. Mas isto não impede que se mostre surpreendido com a dureza da campanha para o referendo sobre a saída ou a permanência da Grã-Bretanha na União Europeia.
"Somos mais fortes na Europa!" contra "Vamos embora!": falta uma semana para o referendo sobre a permanência do Reino Unido na União Europeia (UE). Os militantes das duas partes distribuem panfletos e intensificam a campanha nas ruas.
Os pratos da balança inverteram-se. Se até há duas semanas a permanência na União Europeia (UE) liderava as sondagens, agora o "Brexit" está em vantagem, mesmo que mínima. Os mercados já reagiram.
Na tabela de vendas de "hardbacks", capítulo de "não-ficção", o livro que sobressai esta semana no mercado britânico tem um título interrogativo. "And the Weak Suffer What They Must?". Essa é a pergunta de Yannis Varoufakis, autor da obra que lidera a lista dos mais procurados, destronando – talvez
David Cameron conseguiu o acordo que queria, e que precisava de ter, com os outros líderes europeus para defender a continuação do Reino Unido na União Europeia. Graças a mais uma mão-cheia de exceções, particularmente o estatuto especial do país na zona euro e a defesa de mecanismos de supervisão b