É esta a pergunta que muitos fazem ao dia de hoje num Brasil dividido entre o amor às artes e aos seus artistas e a factura social de uma economia que nunca foi realmente o que se esperava. Cineastas, músicos, escritores e, em geral, as pessoas das artes não gostam do novo presidente brasileiro. Mas
Maior produtor mundial de novelas, o Brasil está agora a produzir a maior novela do mundo. Primeiro, porque é real, isto é, afecta a vida de 205 milhões de pessoas; segundo porque tem um guião que renova permanentemente a sua imprevisibilidade; terceiro, porque, apesar de ser terrivelmente real, tem
À medida que se aproxima a fatídica data de 17 de Abril, quando o impeachment (impugnação, destituição) da "Presidenta" chega às duas câmaras legislativas para votação, os ânimos aquecem e as mudanças de lado aceleram. Está a terminar o prazo em que os políticos, todos eles, têm de escolher uma opçã
Os clamores levantam-se um seguir ao outro: vão fazer um McDonald"s no Chiado, no mesmo prédio de uma vetusta barbearia! Fechou o sexagenário restaurante Palmeira, na Rua do Crucifixo, para dar lugar a um edifício novo! Querem deitar abaixo a centenária Vila Martel, ali à Praça da Alegria, ninho de
Existe, indubitavelmente, a possibilidade de Donald Trump ser o próximo Presidente dos Estados Unidos. Embora abundem as paródias sobre "o Donald" (como lhe chamam os desafectos), e apesar de os seus comícios serem cada vez mais tumultuados, com cenas de pancadaria e demonstrações inequívocas de rac
Ninguém sabe o que será do Brasil. Todos temem o que será do Brasil. Era bom que fosse – apenas – uma questão ideológica. Não é. Retrato do Brasil entre a confusão e o medo.
É impossível não gostar de Nicolau Breyner. Porque é solar, admiravelmente bem disposto, e tem aquele olhar de menino mimado e malandreco que entorna as mulheres e não chateia os homens. Logo tinha de morrer agora, neste período em que têm morrido tantos apoios morais do colectividade. Mas teve sort
Desde Janeiro, quando dois ataques da Al-Qaïda incluiram a redacção da revista Charlie Hebdo, que os parisienses não passavam por tão grande pânico – aliás, maior, uma vez que desta vez ocorreram sete ataques simultâneos e morreu mais de uma centena de pessoas.
Embora mais de quarenta por cento dos portugueses não tenham dado por isso, ontem foram eleitos os deputados do décimo quarto parlamento da III República.
Milhares de caçadores deslocam-se todos os anos a África para praticar um desporto que é legal e bem-vindo em quase todos os países do continente – caçar. Não é de hoje. Já era corrente no século XIX. Teddy Roosevelt, por exemplo, que passou o ano de 1909 a caçar nada mais nada menos do que mil e ce