O WikiLeaks anunciou estar disponível para pagar 100 mil dólares (91,4 mil euros) por eventuais gravações de conversas entre o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ex-diretor do FBI James Comey, despedido na terça-feira.
A maioria dos norte-americanos (54%) considerou inapropriada a decisão do Presidente dos Estados Unidos de despedir o diretor da polícia federal (FBI), James Comey, indicou uma sondagem divulgada na quinta-feira pela cadeia televisiva NBC.
Atarantados entre o Festival da Canção, as eleições francesas, o Benfica e a Coreia do Norte, poucos neurónios temos usado para acompanhar o que se passa nos Estados Unidos. Mas a situação em Washington está ao rubro.
O chefe dos democratas no Senado, Chuck Schumer, classificou hoje a demissão surpresa do diretor da polícia federal (FBI, na sigla em Inglês), James Comey, por Donald Trump, como um “grave erro”.
James Comey foi demitido esta terça-feira pelo Presidente dos Estados Unidos, por causa da investigação sobre a alegada interferência russa nas últimas eleições presidenciais.
O diretor do FBI solicitou, sem sucesso, no fim de semana ao Departamento de Justiça que desmentisse publicamente as acusações de Trump de que Obama tinha mandado gravar as suas comunicações em 2016, informou a imprensa norte-americana.
O senador democrata Harry Reid disse este sábado, 10, que o diretor do FBI, James Comey, ocultou deliberadamente informação sobre os ataques de hackers russos, com o objetivo de enviesar as eleições a favor do candidato republicano Donald Trump.
A candidata democrata às eleições presidenciais norte-americanas da próxima semana, Hillary Clinton, conseguiu manter a liderança nas sondagens, apesar da nova investigação do FBI aos seus emails enviados de um endereço pessoal quando estava no Governo.