O primeiro-ministro turco anunciou, no início da tarde deste sábado, o fracasso da tentativa de golpe militar, que deixou pelo menos 265 mortos. Ainda assim, o presidente Recep Tayyip Erdogan pediu aos seus partidários para que permaneçam nas ruas prontos para qualquer "nova onda".
De acordo com o primeiro-ministro turco, a tentativa de golpe fez mais de 160 mortos e 1440 feridos entre as forças leais ao regime e civis. Entre os militares golpistas, 104 foram mortos (de acordo com o chefe do exército). Mais de 2800 soldados foram presos.
Em vários cantos da marginal da cidade da Costa francesa os memoriais improvisados são cada vez maiores e enchem-se, além de flores, de mensagens, velas e bandeiras francesas, de peluches que não deixam esquecer as, pelo menos, 10 crianças e jovens mortas nos festejos do feriado nacional de França.
Quem é o presidente islâmico-conservador turco Recep Tayyip Erdogan, de 62 anos, no poder desde 2003, que neste sábado desmontou uma tentativa de golpe de Estado militar aparentemente a partir de um iphone?
O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, garantiu hoje que permanece no poder, após um grupo de militares ter anunciado a tomada do governo, o que deu início a confrontos que deixaram 194 mortos na Turquia, segundo o último balanço.
Ao telefone, sentado no chão, na sua casa no centro de Istambul, João, nome fictício a pedido do nosso entrevistado, dá-nos conta de uma noite agitada na Turquia. Uma noite que para ele, um português há mais de cinco anos a trabalhar no país, começou bem, com amigos, num bar perto da ponte que foi f
O presidente turco, Recep Tayyp Erdogan, garantiu que os responsáveis pela tentativa de golpe militar desta sexta-feira, 15 de julho, "vão pagar um preço elevado".
É duro recordar a noite de quinta-feira, o telemóvel não para, mas Josie encontrou tempo para contar ao SAPO o que viveu a 14 de Julho de 2016, uma data que ficará marcada na história de França, pelos piores motivos.
Bruno Lorvão vive em França há 20 anos e ontem cumpriu o ritual do feriado do 14 de Julho, em Lyon, onde estava com a família. Diz que todos pensaram que podia acontecer algo como acabou de acontecer em Nice e que essa é a nova "normalidade" que se vive em França. Um país com "um sentimento de racis
O Presidente francês François Hollande anunciou hoje que cerca de "cinquenta" pessoas estão entre a vida e a morte na sequência do atentado da noite de quinta-feira em Nice que provocou 84 mortos, incluindo "muitos estrangeiros".
O grau de ameaça terrorista em Portugal mantém-se moderado, não sofrendo alterações, apesar do ataque de quinta-feira em Nice, anunciou hoje a secretária-Geral do Sistema de Segurança Interna, Helena Fazenda.
O Passeio dos Ingleses de Nice, palco esta quinta-feira à noite de um atentado que deixou pelo menos 84 mortos, é o lugar mais simbólico desta cidade conhecida mundialmente como a capital da Riviera Francesa.
O atentado terrorista de 14 de julho, em Nice, no sul de França, mobilizou os utilizadores das redes sociais. Mal surgiram as primeiras notícias, hashtags como #NiceAttack, #PrayForNice ou #Nice06 multiplicaram-se com reações aos acontecimentos.
As autoridades francesas mantêm isolada a zona atingida pelo ataque terrorista em Nice, muito visitada por turistas, mas ainda não foram divulgadas informações sobre as nacionalidades das vítimas, disse hoje à Lusa uma portuguesa residente na cidade.
Fátima Lopes, portuguesa nascida em França, ainda está "muito chocada" horas depois do ataque que ocorreu, na noite de quinta-feira na avenida marginal de Nice, onde viu mais de 50 mortos, incluindo "muitas crianças".
França decretou três dias de luto nacional, de sábado a segunda-feira, após o atentado que deixou pelo menos 84 mortos na noite de quinta-feira em Nice, anunciou o primeiro-ministro Manuel Valls.
Os líderes de todo o mundo estão a reagir ao "terrível" atentado cometido em Nice, onde um camião atropelou dezenas de pessoas na noite de quinta-feira, 14 de julho, feriado nacional em que se evoca a Tomada da Bastilha.
O ataque que deixou mais de 80 mortos na noite de quinta-feira, em Nice, acontece depois de vários outros ataques realizados ou frustrados em França. Tudo começou em Janeiro de 2015 com o ataque contra o semanário satírico Charlie Hebdo.
As forças de segurança francesas "identificaram formalmente" o motorista do camião que acelerou contra uma multidão em Nice, matando pelo menos 84 pessoas.
Donald Trump não perdeu tempo. Passava pouco mais de uma hora sobre a notícia do atentado em Nice e o candidato a presidente dos Estados Unidos disparava o primeiro tweet: "quando é que aprendemos?"
O secretário de Estado da Comunidades, José Luís Carneiro, disse hoje à agência Lusa que o Governo está a acompanhar a situação em Nice, sul de França, e que está em contacto com as autoridades francesas.