O chefe do Estado-Maior do Exército de Israel, tenente-general Herzi Halevi, indicou hoje que a ofensiva terrestre à Faixa de Gaza está a ser adiada por "considerações estratégicas", no 18.º dia de guerra contra o movimento islamita Hamas.
Cerca de dois terços das instalações de saúde de Gaza deixaram de funcionar devido aos ataques israelitas e falta de combustível, alertou hoje a Organização Mundial de Saúde (OMS), que pediu a passagem segura de combustível e mantimentos.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, disse hoje estar "profundamente preocupado com as claras violações" do direito humanitário internacional em Gaza e reiterou os seus apelos por um cessar-fogo humanitário imediato.
A China afirmou hoje que está a encarar a situação em Gaza com "grande preocupação" e considerou que existe risco crescente de ocorrer um conflito em grande escala, através da expansão para as fronteiras vizinhas.
A "Cimeira da Paz do Cairo", sábado na capital egípcia, "dificilmente" resultará num cessar-fogo entre Hamas e Israel, mas prosseguem intensas movimentações diplomáticas no Médio Oriente, segundo analistas ouvidos pela agência Lusa.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, saudou hoje a entrada da primeira coluna humanitária em Gaza e defendeu que a fronteira de Rafah deve permanecer aberta para apoio humanitário a civis.
Os líderes das instituições europeias saudaram hoje a abertura da passagem fronteiriça de Rafah para permitir a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, qualificando-a como um "primeiro passo importante" para dar assistência no terreno.
O Presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, disse hoje que a crise em Israel não será resolvida sem uma "solução justa", afirmando que está a trabalhar "num roteiro para relançar o processo de paz" na região.
O exército israelita advertiu hoje que impedirá que a ajuda humanitária que chega a Gaza vá para o norte do território, onde foi dada ordem de saída aos residentes devido aos bombardeamentos, informou o diário Yedioth Aharonoth.
A Rússia vai entregar em breve 27 toneladas de ajuda humanitária aos civis da Faixa de Gaza, a partir do Egito, país vizinho do enclave sitiado desde que o movimento islamita Hamas atacou Israel, anunciou hoje o Governo russo.
O ministro dos Negócios Estrangeiros português considerou hoje que a "informação de que poderá ter sido um míssil da Jihad Islâmica" a provocar a explosão de terça-feira num hospital de Gaza "parece ser uma ideia bastante consolidada".
Um êxodo em larga escala de palestinianos da Faixa de Gaza para o Egito pode ser uma primeira etapa antes de "um deslocamento similar" da Cisjordânia para a Jordânia, alertou esta quarta-feira o presidente egípcio, Abdel Fattah al Sisi.
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) rejeitou hoje um projeto de resolução proposto pela Rússia que pedia um cessar-fogo humanitário imediato para aliviar a situação da população civil em Gaza.
A madrugada de segunda-feira foi a mais intensa em matéria de bombardeamentos desde o início do conflito entre Israel e o Hamas. Para já, fronteira no Egito para saída de estrangeiros e entrada de ajuda humanitária continua encerrada.
O Presidente dos Estados Unidos defendeu que qualquer tentativa de Israel de ocupar a Faixa de Gaza seria um "erro grave", numa entrevista transmitida no domingo.
O número de mortos na Faixa de Gaza subiu para 2.670 e o de feridos ascende a 9.600 desde o início dos ataques de retaliação das Forças Armadas israelitas, segundo a última atualização fornecida pelo Ministério da Saúde local.
Cerca de um milhão de pessoas foram deslocadas na Faixa de Gaza numa semana devido à guerra que eclodiu entre Israel e o Hamas, informou hoje a agência da ONU para os refugiados palestinianos.
O Comité para a Proteção dos Jornalistas (CPJ) denunciou a morte de pelo menos doze jornalistas, mais dois desaparecidos e oito feridos desde o início do conflito entre o Hamas e as Forças Armadas israelitas, em 7 de outubro.
O número de mortos na Faixa de Gaza causados pelos ataques iniciados no sábado entre o Hamas e Israel subiu hoje para 560, anunciou o Ministério da Saúde palestiniano, o que eleva o total de mortes para 1.260 pessoas.
O grupo islâmico Hamas lançou a 7 de outubro um ataque surpresa contra o território israelita, sob o nome de operação “Tempestade al-Aqsa”, com o lançamento de milhares de foguetes e a incursão de milicianos armados por terra, mar e ar. Acompanhe aqui ao minuto os principais desenvolvimentos da ofen