Nos EUA e o Reino Unido, nos locais de trabalho tem sido a Geração Z a ajudar os colegas mais experientes a adotar Inteligência Artificial, o que tem proporcionado ganhos de produtividade e colaboração em ambientes híbridos, segundo um estudo da International Workplace Group (IWG). E, em Portugal, a
A gigante tecnológica poderá anunciar já em setembro uma alteração profunda na sua política de trabalho híbrido. A decisão surge após sucessivas vagas de despedimentos e poderá obrigar milhares de trabalhadores a regressar ao escritório três dias por semana a partir de 2026.
A empresa planeia faturar 350 mil euros este ano e lançou recentemente um serviço de estacionário, com cadernos e blocos de notas que podem ser personalizados para as empresas.
Será que chegou o momento de deixar o teletrabalho e dizer adeus às reuniões matutinas de pijama? A questão coloca-se na sequência das notícias sobre os intentos recentes de várias Big Tech. No espaço de apenas três dias, Google, Apple e Twitter anunciaram os seus planos para o regresso aos escritór
Modelos de trabalho híbrido, reforço das medidas de higiene e segurança no escritório e a criação de "Salas Zoom" são alguns dos requisitos que vão ser exigidos às empresas.
Ainda em tempos de pandemia mas já com um pé fora de casa, são algumas as pessoas que começam a ter de ir para os escritórios. Todavia, nem tudo será como antes. Estas são propostas para ajudar a viver o "novo normal" no regresso ao trabalho.
O Escritório do Relatório do Desenvolvimento Humano, que faz parte do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), vai passar a ser dirigido pelo português Pedro Conceição a partir de 1 de janeiro.