O Chega anunciou hoje a intenção de requerer potestativamente a audição da ex-secretária de Estado do Tesouro, Alexandra Reis, sobre o caso da indemnização que recebeu quando deixou a TAP e que levou a saídas no Governo.
O parlamento confirmou hoje a decisão do presidente da Assembleia da República, Augusto Santos Silva, de rejeitar a reclamação apresentada pelo Chega por inexatidões no decreto sobre a morte medicamente assistida.
O Chega mostrou-se hoje favorável à proposta de comissão de inquérito parlamentar à gestão da TAP anunciada pelo BE, mas admitiu avançar com uma iniciativa própria dependendo do "universo" e "tipo de investigação" proposto pelos bloquistas.
O presidente do Chega, André Ventura, defendeu hoje que a escolha de João Galamba para ministro das Infraestruturas "é uma afronta ao Estado de direito e aos portugueses".
O Chega acusou hoje o Presidente de República de falhar na sua mensagem de Ano Novo por não ter dado um "alerta vermelho" e "não exigir responsabilidade política" ao Governo pela sucessão de demissões.
O Chega enviou hoje uma queixa à Inspeção-geral de Finanças (IGF) pedindo uma investigação às nomeações feitas pelo ministro das Finanças “para empresas públicas que tutela” e às indemnizações pagas “a funcionários que saem por sua própria iniciativa”.
O Chega entregou hoje um requerimento para ouvir no parlamento o ministro das Finanças, o ministro das Infraestruturas e a secretária de Estado do Tesouro sobre o pagamento de meio milhão de euros a esta governante pela TAP.
O Chega vai recorrer para o plenário da decisão do presidente da Assembleia da República de rejeitar a reclamação por inexatidões no decreto sobre a morte medicamente assistida, anunciou hoje o partido.
O presidente da Assembleia da República rejeitou hoje a reclamação do Chega quanto a inexatidões no decreto sobre a morte medicamente assistida, justificando que a redação final não modificou o pensamento legislativo, limitando-se a aperfeiçoar texto e estilo.
O presidente do Chega pediu hoje ao Governo para impedir o aumento das portagens em 2023 e anunciou que o seu partido vai avançar com uma proposta no parlamento nesse sentido.
O Chega vai reclamar da redação final fixada pelos deputados para a lei da morte medicamente assistida porque identificou "três alterações significativas no texto final", e acredita que o Presidente da República apenas receberá o diploma no próximo ano.
A comissão eventual de inquérito parlamentar proposta pelo Chega “para apurar a eventual ingerência do primeiro-ministro” no Banco de Portugal foi hoje rejeitada pela maioria dos partidos, levando André Ventura a acusar a esquerda de querer proteger António Costa.
O presidente do Chega, André Ventura, anunciou hoje que se vai recandidatar à liderança do partido no congresso que se vai realizar em Santarém, nos dias 27, 28 e 29 de janeiro de 2023.
O Chega reúne hoje o seu Conselho Nacional para marcar a próxima convenção do partido, na sequência do chumbo dos estatutos pelo Tribunal Constitucional, e a direção vai propor que decorra no último fim de semana de janeiro.
O Chega defendeu hoje que a proposta do PSD de referendo à despenalização da eutanásia “é inconstitucional” e propôs um acordo com PS, PSD e Iniciativa Liberal para que a consulta se realize a partir do final do próximo ano.
O comediante nunca convidou e já disse que "não vai convidar" André Ventura para o seu programa humorístico, mas a Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC) sugere que a SIC "compense" o líder do Chega em outro programa.
O líder do Chega criticou hoje a forma "apressada e atabalhoada" como está a decorrer o processo parlamentar da eutanásia, defendendo o veto político de uma lei que considera quase impossível que "não venha a ser declarada inconstitucional".
O PSD, o Chega e a Iniciativa Liberal defenderam hoje o alargamento da gratuitidade dos manuais escolas ao ensino privado e cooperativo, acusando os partidos à sua esquerda de desrespeitarem a liberdade de escolha das famílias.
O presidente do Chega acusou hoje PS e PSD de entrarem na revisão constitucional por “taticismo político”, dizendo que os socialistas querem “desviar a atenção de casos e escândalos” e os sociais-democratas “tentar liderar o bloco da direita”.
O presidente do Chega defendeu que o PSD não avançou com a proposta da constituição de uma comissão de inquérito sobre a alegada interferência do primeiro-ministro na banca por recear que possa ser afetado.
PS e Chega protagonizaram hoje um momento de tensão no parlamento, com André Ventura a recusar que o seu partido seja rotulado de “não democrático” e Eurico Brilhante Dias a defender que “quem é antissistema em Portugal, é antissistema democrático”.
O deputado único do Chega no parlamento dos Açores, com quem o Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) tem um acordo de incidência parlamentar, manifestou hoje a intenção de “garantir a estabilidade política através de um compromisso” para “um futuro melhor”.
O Chega propõe um inquérito parlamentar para avaliar “a eventual interferência política do primeiro-ministro sobre o antigo governador do Banco de Portugal” no BIC e se a resolução do Banif foi objeto de “interferência abusiva do Governo”.
A administração e a direção de informação da Lusa condenaram hoje a utilização abusiva do serviço e da imagem da agência num artigo do jornal do partido Chega e está a analisar “todas as consequências” deste ato.