O Tribunal Cível de Lisboa recusou esta segunda-feira o pedido de suspensão da retirada de cartazes de André Ventura que tinham como alvo a comunidade cigana.
O Tribunal Cível de Lisboa determinou esta terça-feira a retirada dos cartazes do Chega que contêm a frase “Os ciganos têm de cumprir a lei”, dando razão a seis associações representativas da comunidade cigana que avançaram com uma ação judicial contra André Ventura.
No centro da polémica em torno dos cartazes usados por André Ventura na campanha para as eleições presidenciais de 2026, que motivaram uma ação judicial por alegada discriminação e ofensa a direitos fundamentais apresentadas por associações de defesa da comunidade cigana, está um processo cível de t
O líder do Chega começou ontem o julgamento sobre os polémicos cartazes das Presidenciais 2026 com uma tentativa de reconciliação que não aconteceu, revela fonte do Tribunal Cível ao 24notícias.
O candidato a Belém teve então de sair do tribunal para os queixosos serem ouvidos. O julgamento prosseg
O julgamento está marcado para dia 27 de novembro e vai ter apenas uma sessão. No Palácio da Justiça, em Lisboa, vai decidir-se se o candidato às presidenciais, André Ventura, é obrigado a retirar os cartazes que fazem referência à comunidade cigana.
Os cartazes da candidatura presidencial de André Ventura, com frases como “Os ciganos têm de cumprir a lei” e “Isto não é o Bangladesh”, levaram a Comissão Nacional de Eleições a pedir a intervenção do Ministério Público por suspeitas de incitação à discriminação. Em declarações ao 24notícias, o con
O movimento SOS Racismo considera que os cartazes do candidato presidencial André Ventura que visam a comunidade cigana e os imigrantes do Bangladesh violam a lei e devem ser punidos por discurso racista e de ódio.
Os tempos são digitais, mas os cartazes seguem pendurados em árvores, postes, semáforos, pontes, viadutos, plantados nas rotundas e ruas das aldeias, vilas e cidades de Portugal. O 24notícias fez a volta autárquica às 18 capitais de distrito por estradas da memória coletiva, portagens e estradas out
Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa deu razão ao PAN e o município está agora obrigado a colocar os outdoors políticos que havia retirado no eixo central que liga a Avenida da República com a Avenida de Berna e com a Praça do Campo Pequeno. Em causa está, nomeadamente, o outdoor do PAN sobr
O PCP/Lisboa apresentou queixa à Comissão Nacional de Eleições (CNE) pela decisão do presidente da Câmara Municipal, Carlos Moedas (PSD), no sentido da retirada de cartazes de intervenção política e partidária, disse hoje à agência Lusa fonte do partido.
O presidente da Câmara de Lisboa defendeu hoje a retirada de cartazes políticos em “todas as grandes avenidas da cidade”, além do Marquês de Pombal e da Alameda, assim como do Eixo Central, entre Saldanha e Entrecampos.
Sempre fui crítico da proliferação de publicidade no espaço público, que surge um pouco por todo o lado, com particular incidência nas zonas urbanas. E continuarei a sê-lo. Entendo-a como invasora e agressiva. Um tremendo desperdício de recursos e geradora de poluição visual. Dificulta a fruição e f