A acusação popular no chamado caso Begoña Gómez, liderada pelo grupo Hazte Oír, apresentou esta segunda-feira um pedido de penas no âmbito de um eventual julgamento com júri, solicitando 24 anos de prisão para a mulher do primeiro-ministro espanhol.
Begoña Gómez é acusada de desvio de fundos, tráfico de influências, corrupção nos negócios e apropriação indevida de marca. O processo cobre dois anos de uma instrução controversa.
A mulher do primeiro-ministro espanhol, Begoña Gómez, que está a ser investigada por corrupção e tráfico de influências, defendeu-se hoje publicamente pela primeira vez, assegurando que as acusações de que é alvo têm "um objetivo político evidente".
Um tribunal de Madrid anunciou hoje que convocou Begoña Gómez, mulher do primeiro-ministro Pedro Sánchez, para depor a 5 de julho, no âmbito de uma investigação por suspeitas de corrupção.