A zona euro registou em fevereiro, pela primeira desde setembro de 2021, um excedente na balança comercial externa de bens de 4,6 mil milhões de euros, contra um défice homólogo de 9,4 mil milhões, divulga o Eurostat.
A taxa de inflação anual da zona euro teve, em março, um forte recuo, para 6,9%, e a da União Europeia (UE) abrandou para 8,3%, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
A taxa de inflação homóloga da zona euro recuou em janeiro, e pelo terceiro mês consecutivo, para os 8,5%, face aos 9,2% de dezembro de 2022, segundo uma estimativa rápida do Eurostat.
A Fitch reviu "ligeiramente o crescimento da zona euro para 0,2%" em 2023, face a uma contração de 0,1% anteriormente, mas alterou para pior as estimativas a nível mundial, com o PIB a crescer 1,4%.
A taxa de desemprego na zona euro fixou-se em 6,6% em junho passado, abaixo dos 7,9% do período homólogo de 2021 e estável face à percentagem registada em maio deste ano, anunciou hoje o Eurostat.
A taxa de desemprego recuou, em abril, para os 6,8% na zona euro e os 6,2% na União Europeia (UE) face ao mesmo mês de 2021, mas manteve-se estável na comparação com março, segundo dados do Eurostat.
A inflação nos países da zona euro poderá exceder 7% em 2022, devido ao impacto da guerra na Ucrânia sobre os preços da energia e dos alimentos, disse hoje a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.
As economias da zona euro e da União Europeia (UE) tiveram em 2021 um crescimento anual de 5,2%, confirmou hoje o Eurostat, depois de terem contraído 6,8% e 6,4%, respetivamente, em 2020.
A zona euro registou em novembro passado um défice do comércio de bens com o resto do mundo de 1,5 mil milhões de euros, sobretudo devido ao aumento do valor das importações de energia, anunciou hoje o Eurostat.
As Nações Unidas estão mais otimistas para o crescimento da zona euro, projetando uma expansão de 4% este ano, desacelerando para 2,5% em 2023, segundo os dados divulgados hoje.
O secretário-geral do PS afirmou hoje que Portugal, se mantiver a atual trajetória económico-financeira, cumprirá sem esforço excessivo as regras orçamentais da zona euro em 2023 e que há uma nova conjuntura favorável para as empresas.
A taxa de poupança das famílias na zona euro recuou para os 19% no segundo trimestre e a de investimento subiu para um novo máximo de 9,4%, divulga hoje o Eurostat.
O Banco Central Europeu (BCE) subiu hoje a previsão de crescimento para a zona euro para 5% em 2021, num contexto de recuperação económica após o impacto da pandemia, afirmou hoje a presidente da instituição, Christine Lagarde.
A taxa de poupança das famílias na zona euro atingiu, no primeiro trimestre do ano 21,5%, o segundo valor mais alto de sempre, e a de investimento 9,2%, um novo máximo desde 2011, segundo o Eurostat.
O défice da zona euro fixou-se nos 8,0% do PIB e o da União Europeia nos 7,5%, no quarto trimestre de 2020, acima do período anterior, mas aquém dos máximos atingidos entre julho e setembro, segundo o Eurostat. Já a dívida pública aumentou para 98,0% do PIB na zona euro e 90,7% na UE no mesmo períod
O indicador de sentimento económico recuperou acentuadamente na zona euro e União Europeia (UE) em dezembro depois da queda registada em novembro, tendo também subido as expectativas de emprego, divulgou hoje a Comissão Europeia.
As economias da zona euro e da União Europeia (UE) registaram no terceiro trimestre as maiores subidas em cadeia, de 12,5% e 11,5% respetivamente, invertendo a tendência em queda dos dois anteriores, segundo divulga hoje o Eurostat.
As economias da zona euro e da União Europeia tiveram, no terceiro trimestre, as maiores subidas em cadeia desde o início da série de, respetivamente, 12,6% e 11,6%, tendo Portugal crescido acima da média (13,3%), estima o Eurostat.
As economias da zona euro e da União Europeia (UE) registaram no terceiro trimestre as maiores subidas em cadeia da série, tendo crescido, respetivamente, 12,7% e 12,1% face aos três meses anteriores, estima o Eurostat.
A economia da zona euro teve uma contração homóloga de 15% no segundo trimestre de 2020, altura de grandes restrições devido à pandemia de covid-19, com Portugal a registar o quarto maior declínio, divulgou hoje o Eurostat.
A taxa de desemprego na zona euro atingiu 7,8% em junho, uma ligeira subida face a maio deste ano, num total de 12.685 milhões de pessoas desempregadas, divulgou hoje o Eurostat.