O YouTube anunciou neste sábado vai bloquear a possibilidade de alguns canais russos, como o da RT, monetizarem o seu conteúdo na plataforma, devido "às circunstâncias excepcionais" na Ucrânia, invadida pela Rússia.
Nastya, nome artístico de uma menina de sete anos, que tem o canal ‘Like Nastya’, está na lista dos ‘youtubers’ mais bem pagos do mundo, divulgada na terça-feira pela revista Forbes, onde aparece como a única mulher.
Mais de 80 organizações de verificação de factos ("fact-checking") em todo mundo enviaram hoje uma carta aberta ao YouTube, pedindo medidas mais eficazes para combater a desinformação.
A plataforma de vídeos YouTube vai deixar de ter visível o número de ‘não gostos’, embora o botão não desapareça, alteração que está a ser aplicada gradualmente desde quarta-feira e que pretende proteger os criadores de conteúdo contra assédios.
O Ministério Público (MP) brasileiro instaurou hoje um inquérito para investigar como as redes sociais atuam contra as "fake news", que têm afetado o sistema democrático do país e a saúde da população, com mentiras sobre a pandemia.
O Youtube suspendeu na segunda-feira o canal do Presidente brasileiro por pelo menos sete dias, após Jair Bolsonaro ter alegado num vídeo que o uso de vacinas contra covid-19 poderia facilitar o desenvolvimento de SIDA.
O órgão regulador das telecomunicações russo Roskomnadzor ameaçou hoje bloquear o YouTube se a rede social se recusasse a levantar a suspensão das contas alemãs do canal de televisão público russo RT.
A plataforma YouTube removeu, desde fevereiro de 2020, mais de um milhão de vídeos com informação perigosa e falsa sobre o novo coronavírus, revelou num 'post' o YouTube’s 'Chief Product Officer', Neil Mohan.
O Papa Francisco defendeu hoje que vacinar-se contra a covid-19 é um "ato de amor" para proteger os mais frágeis, numa campanha para promover a vacinação, com representantes da Igreja Católica na América Latina, incluindo do Brasil.
As redes sociais Facebook e Youtube registaram perdas de utilizadores em Portugal este ano, face a 2020, de acordo com o Reuters Digital News Report 2021 (Reuters DNR 2021), hoje divulgado.
Durante muito anos, o Vimeo foi visto como uma plataforma de vídeo inferior. Depois de vários obstáculos, a empresa reinventou-se e entrou, na semana passada, na Bolsa de Nova Iorque.
O algoritmo do YouTube, depois de avaliar os comentários de diversos vídeos de xadrez, acabou por banir um canal que usava várias vezes as palavras "branco", "preto", "ataque" e "ameaça". Palavras com uma conotação racista, mas não neste caso.
O YouTube fechou hoje dois canais de um popular 'blogger', Allan dos Santos, defensor do Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, e que enfrenta uma investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) por divulgação de notícias falsas e organização de atos antidemocráticos.
O YouTube informou na terça-feira que suspendeu o canal de Rudy Giuliani, advogado do ex-Presidente dos Estados Unidos, do programa de monetização de vídeos por violar repetidamente regras da plataforma em matéria de desinformação sobre as eleições.
O YouTube eliminou na terça-feira um vídeo do canal do Presidente cessante dos EUA, Donald Trump, por violar a política da empresa contra o incitamento à violência, e suspendeu a utilização naquela plataforma durante sete dias.
A principais redes sociais estão a tomar medidas para travar as mensagem do ainda presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump. YouTube e Facebook removeram vídeos partilhados pelo Republicano e o Twitter não só ocultou três mensagens como está a impedir, durante 12 horas, que Trump publiq
O regulador das comunicações russo, Roskomnadzor, propôs hoje a criação de plataformas de vídeo nacionais para substituir o YouTube, devido à alegada "censura" do serviço norte-americano a meios de comunicação russos.
As redes sociais Facebook e Twitter, bem como a plataforma YouTube, anunciaram medidas para prevenir que a desinformação se espalhe, neste dia de eleições presidenciais norte-americanas.
A popular música infantil sul-coreana “Baby Shark” ultrapassou o “Despacito” e é agora o vídeo mais visto no Youtube, com mais de sete mil milhões de visualizações.
O Youtube removeu hoje da sua plataforma um vídeo da Fundação Alexandre de Gusmão, órgão ligado ao Ministério de Relações Exteriores do Brasil, que defendia que o uso da máscara para prevenir a covid-19 é inócuo e nocivo à saúde.
A plataforma de vídeo online YouTube e a Google desativaram na quinta-feira as contas do canal de televisão estatal cubano Cubavisión Internacional e do programa de televisão Mesa Redonda, por violarem as suas regras de serviço.
Mais de um quarto dos vídeos sobre a pandemia da covid-19 mais vistos no Youtube tem informação incorreta ou enganadora, segundo um estudo publicado hoje na revista BMJ Global Health.