A transmissão de um desfile militar na Venezuela foi interrompida durante esta madrugada, quando populares lançaram ovos e pedras contra o carro que transportava o presidente Nicolás Maduro.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) apelou hoje ao Governo venezuelano que afaste os militares do controlo das manifestações e garanta que os jornalistas não são detidos, ameaçados, agredidos ou limitados enquanto cobrem protestos nas ruas.
O presidente venezuelano assegurou no domingo que os distúrbios registados no país nos últimos dias foram provocados pelos seus opositores, que se preparam para regressar às ruas na segunda-feira, contra o Supremo Tribunal de Justiça.
O Governo venezuelano pediu aos países da América Latina para "tirarem o nariz da Venezuela" e não se intrometerem nos assuntos internos do país, acusando-os de defenderem interesses dos Estados Unidos.
Milhares de opositores ao Presidente venezuelano, Nicolas Maduro, protestaram nas ruas de Caracas em mais uma jornada de luta contra o Governo, que já levou à detenção de 67 pessoas.
O presidente argentino, Mauricio Macri, denunciou "violações de direitos humanos" na Venezuela e afirmou que, se continuarem, a posição da Argentina vai ser "de expulsão" do país do Mercosul, grupo de que está suspenso desde dezembro.
Henrique Capriles, figura principal da oposição na Venezuela e governador do Estado de Miranda (centro do país) foi declarado inelegível por um período de 15 anos, impedindo-o de se candidatar em 2018, segundo uma decisão das autoridades.
Um jovem de 19 anos foi morto a tiro na quinta-feira, nos arredores de Caracas, durante confrontos entre manifestantes e forças de segurança, afirmou a polícia venezuelana.
Pelo menos 42 pessoas ficaram feridas na terça-feira, em Caracas, e várias foram detidas numa manifestação contra o Supremo Tribunal, que acusou a oposição de querer destruir a estabilidade na Venezuela.
O ex-candidato presidencial venezuelano Henrique Capriles defendeu hoje o parlamento por iniciar um processo de destituição dos magistrados do Supremo Tribunal de Justiça que emitiram duas sentenças limitando e assumindo as funções parlamentares.
A Associação de Lesados do Banif (ALBOA), detetou, na Venezuela, casos de emigrantes portugueses que estão a passar dificuldades porque "foram enganados" e perderam poupanças de 50 e 60 anos de trabalho em produtos do banco.
O parlamento da Venezuela vai iniciar na terça-feira o processo de destituição dos magistrados da ala constitucional do Supremo Tribunal de Justiça, alegando que perpetraram um golpe de Estado, anunciou hoje o órgão.
O papa Francisco pediu hoje que seja evitada "toda a violência", defendendo a procura de "soluções políticas", na Venezuela e Paraguai, e disse estar "muito afetado" com a tragédia provocada pelo deslizamento de terras na Colômbia.
O Supremo Tribunal da Venezuela voltou atrás neste sábado na decisão de assumir as competências do Parlamento, dominado pela oposição. O Parlamento já reagiu, afirmando que, ainda assim, o "golpe de Estado" continua. O Peru retirou o seu embaixador em Caracas e o Chile e a Colômbia chamaram os seus
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) da Venezuela renunciou a assumir os poderes do parlamento controlado pela oposição ao presidente Nicolas Maduro, depois de várias condenações internacionais.
O Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, negou hoje que tenha ocorrido uma "rutura constitucional" na Venezuela, provocada pela decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de assumir as funções do parlamento.
A situação de crise económica, política e social que se vive na Venezuela está a obrigar a que cada vez mais madeirenses pensem em voltar pesando, na decisão, perder os bens de uma vida.
O partido da oposição venezuelana Vontade Popular (VP) apelou hoje às Forças Armadas (FAV) para que defendam a Constituição e a democracia, condenando a decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de "usurpar" as funções da Assembleia Nacional (AN, parlamento).
O secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou hoje ao Governo e à oposição na Venezuela para retomarem o diálogo, e sublinhou a importância da separação de poderes e o respeito pelo Estado de direito.
A procuradora-geral da Venezuela, normalmente próxima das posições do governo, denunciou hoje uma "rutura da ordem constitucional" no país, após a decisão do Supremo Tribunal de assumir os poderes e competências do parlamento.
O secretário-geral da Organização de Estados Americanos (OEA) pediu hoje uma reunião urgente sobre a crise política na Venezuela, depois do Supremo Tribunal de Justiça do país ter assumido os poderes e competências do parlamento controlado pela oposição.
A Organização de Estados Americanos (OEA), denunciou hoje que na Venezuela está em curso um "autogolpe de Estado perpetrado pelo regime venezuelano contra a Assembleia Nacional (AN), o último poder do Estado legitimado pelo voto popular".
O parlamento venezuelano, onde a oposição é maioritária, acusou hoje o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de patrocinar um golpe de Estado ao assumir as suas competências e convocou uma reunião com carácter de urgência.
O Tribunal Supremo da Venezuela assumiu hoje os poderes do parlamento do país, que atualmente é controlado pelos opositores do Governo do Presidente venezuelano Nicolás Maduro.